top of page
Flago esperanto.jpg
Ortotrauma.jpeg
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.07.07.jp
Casa Renata.jpeg
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.05.34.jp
Buscar

Cristo nunca endossou o dogmatismo e a intransigência por normas de ação. 


A maioria não pretende ouvir o Senhor e, sim, falar ao Senhor, qual se Jesus desempenhasse simples função de pajem subordinado aos caprichos de cada um. 


Muitos escutam a palavra do Cristo, entretanto, muitos poucos são os que colocam a lição nos ouvidos.  


Não se trata de registrar meros vocábulos e sim fixar apontamentos que devem palpitar no livro do coração. 


Muitos devotos entendem encontrar na Divina Providência uma força subornável, eivada de privilégios e preferências. 


Outros se socorrem do plano espiritual com o propósito de solucionar problemas mesquinhos.  


Esquecem-se de que Cristo ensinou e exemplificou.  


Que seria da criança sem a experiência? Que será do espírito sem a necessidade? Aflições, dificuldades e lutas são forças que compelem à dilatação de poder, ao alargamento de caminho. 


Quase sempre a mocidade sofre de estranhável esquecimento. Estima criar rumos caprichosos, desdenhando sagradas experiências de quem a precedeu, no desdobramento das realizações terrestres, para voltar, mais tarde, em desânimo, ao ponto de partida, quando o sofrimento ou a madureza dos anos restauram a compreensão.  


No serviço cristão, lembre-se cada aprendiz de que não foi chamado a repousar, mas à peleja árdua, em que a demonstração do esforço individual é imperativo divino.  


Nunca houve no mundo tantos templos de pedra, como agora, para as manifestações de religiosidade, e jamais apareceu tamanho volume de desencanto nas almas.  


Todas as seitas religiosas, e modo geral, somente ensinam o que constitui o bem. Todas possuem serventuários, crentes e propagandistas, mas os apóstolos de cada uma escasseiam cada vez mais. 


A ciência oficial dispõe de cátedras, a política possui tribunas, a religião fala de púlpitos; contudo, os que ensinam, com exceções louváveis, quase sempre se caracterizam por dois modos diferentes de agir.  


Exibem certas atitudes quando pregam, e adotam outras quando em atividade diária. Daí resulta a perturbação geral, porque os ouvintes se sentem à vontade para mudar a “roupa do caráter”. 


Há criaturas que se despojam de dinheiro em favor da beneficência, mas não cedem no terreno da opinião pessoal, no esforço sublime da renunciação. 


Por muitos séculos perdurou o plano de óbolos em preciosidades e riquezas destinadas aos serviços do culto.  


Com todas essas demonstrações, porém, o homem não procura senão aliciar a simpatia exclusiva de deus, qual se o Pai estivesse inclinado aos particularismos terrestres.  


O mal não é essencialmente do mundo, mas das criaturas que o habitam.  


A Terra, em si, sempre foi boa. De sua lama brotam lírios de delicado aroma, sua natureza maternal é repositório de maravilhosos milagres que se repetem todos os dias. 


Nas linhas do trabalho cristão, não é demais aguardar grandes lutas e grandes provas, considerando-se, porém, que as maiores angústias não procederão de círculos adversos, mas justamente da esfera mais íntima, quando a inquietação e a revolta, a leviandade e a imprevidência penetram o coração daqueles que mais amamos. 


Entre a força de um preconceito e o atrevimento de um dogma, o espírito se perturba, e, no círculo dessas vibrações antagônicas, acha-se sem bússola no mundo das coisas subjetivas, concentrando, naturalmente, na esfera das coisas físicas, todas as suas preocupações.  


Muitos dizem “eu creio”, mas poucos podem declarar “estou transformado”. 

O poder é uma fantasia na mão do homem, assim como a beleza é um engodo no coração da mulher. 

 

Do livro: Palavras de Emmanuel 

Chico Xavier / Emmanuel 



 

Gabriela Matias, jornalista, redatora e assessora de imprensa, graduada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). INSTAGRAM:  @gabrielamatiascomunica https://www.instagram.com/gabrielamatiascomunica/ 


A idade média de aposentadoria no Brasil mudou significativamente após a Reforma da Previdência. Desde a Emenda Constitucional nº 103/2019, não basta apenas completar determinado tempo de contribuição: a exigência de idade mínima tornou-se regra central no sistema previdenciário. Em 2025 e 2026, as regras de transição continuam produzindo efeitos concretos na vida de quem já contribuía antes da reforma e precisa entender qual caminho seguir. 


A aposentadoria deixou de ser apenas uma questão de tempo trabalhado e passou a exigir análise técnica mais detalhada. Compreender como funciona a idade mínima, o sistema de pontos e as regras de pedágio tornou-se essencial para evitar prejuízos e garantir que o benefício seja solicitado no momento mais vantajoso. 


O que mudou na idade média de aposentadoria após a reforma 


A Reforma da Previdência alterou profundamente o modelo anterior, que permitia aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima em diversas situações. Com as novas regras, a exigência de idade passou a ser componente obrigatório para a maioria dos segurados. 


Na prática, isso elevou a idade média de aposentadoria. Trabalhadores que antes poderiam se aposentar apenas pelo tempo contribuído passaram a precisar cumprir requisito etário adicional. Essa mudança impactou diretamente o planejamento de quem já estava próximo de requerer o benefício em 2019. 


Além disso, a regra permanente estabeleceu idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, com tempo mínimo de contribuição. Esse novo parâmetro redefiniu o momento médio em que o benefício é concedido, tornando a análise previdenciária mais estratégica. 


Regras de transição e proteção de quem já contribuía 


Para evitar prejuízos abruptos a quem já estava no mercado de trabalho antes da reforma, foram criadas as chamadas regras de transição. Elas funcionam como mecanismos intermediários entre o sistema antigo e a regra definitiva. 


Entre as principais modalidades estão a regra de pontos, a idade mínima progressiva e os pedágios de 50% e 100%. Cada uma possui requisitos próprios e pode resultar em valores e prazos distintos para a concessão do benefício. 


Na regra de pontos, soma-se idade e tempo de contribuição. Na idade mínima progressiva, há aumento gradual do requisito etário. Já nas regras de pedágio, o segurado deve cumprir período adicional sobre o tempo que faltava para se aposentar na data da reforma. A escolha da regra mais adequada depende do histórico individual de contribuições. 


Impactos práticos das regras atuais na concessão do benefício 


As novas exigências impactam diretamente tanto o momento da aposentadoria quanto o valor final do benefício. Um pedido feito com base em regra menos vantajosa pode resultar em renda menor ou em necessidade de trabalhar por mais tempo. 


Pequenas diferenças no tempo de contribuição ou na idade podem alterar o enquadramento jurídico. Além disso, o cálculo do benefício passou a considerar a média de todos os salários de contribuição, o que também influencia o valor recebido. 


De acordo com a advogada especialista Dra. Rafaela Carvalho, do VLV Advogados “as regras de transição exigem análise técnica cuidadosa. Muitos segurados possuem direito a mais de uma modalidade, e a escolha inadequada pode gerar prejuízos financeiros relevantes ao longo dos anos”. 


Planejamento previdenciário como ferramenta de proteção 


Diante da complexidade das regras atuais, o planejamento previdenciário tornou-se ferramenta essencial. Avaliar o tempo já contribuído, simular cenários e identificar a regra mais vantajosa pode significar antecipar o benefício ou aumentar o valor da renda mensal. 

Solicitar aposentadoria sem análise prévia pode levar a decisões precipitadas. Em alguns casos, aguardar alguns meses ou reorganizar contribuições pode gerar impacto positivo significativo no cálculo final. 


A aposentadoria não é apenas um ato administrativo, mas uma decisão estratégica que influencia a estabilidade financeira futura. Compreender as regras vigentes e agir com orientação técnica adequada é o caminho para garantir que o direito seja exercido de forma segura e vantajosa. 




 

Mayrion Álvares da Silva

Estoquista

Instagram: @folhadebrumado


Que saudade da época 

Quando a verdade prevalecia. 

Hoje? É a mentira que dita as regras 

Diante da assustadora desinformação. 

Enquanto a verdade 

Se contentava em habitar 

Os corações dos homens de bem, 

A mentira aos poucos e na surdina 

Dominava as mentes sem escrúpulos  

Dos homens cercados de poder. 

Sendo assim, sem nenhum alarde 

A mentira conseguiu alcançar 

Políticos, empresários, religiosos, 

Jornalistas, universidades 

E por fim, sem muitos esforços; 

A última esperança de um povo... 

A justiça suprema. 

Hoje, a verdade vive escondida; 

De vez em quando aparece para respirar 

Para não morrer asfixiada  

Pelas falácias da mentira. 

Já a mentira, desfila despreocupada 

Sem medo de ser desmascarada 

Devido a verdade não ter mais forças. 

A verdade não perdeu só as forças, 

E sim, a credibilidade e a confiança. 

Enquanto a verdade é justa 

E vive em parceria com a realidade, 

A mentira ignora a justiça 

E vive de promessas e fantasias. 

É por isso que é fácil 

Enganar a maioria de um povo. 

Pois é melhor prometer fantasias, 

Do que apresentar uma dura realidade. 

Enquanto a mentira convence um povo 

À acreditar em dias melhores, 

A verdade ensina o seu povo 

A lutar por melhores dias. 

Então, é mais confortável 

Esperar sentado por uma promessa, 

Do que levantar para lutar 

Por uma possível concretização. 

A mentira não perde seu tempo 

Para conquistar homens de bem. 

Pois ela sabe que os homens maus 

Não necessita de esforços 

Para convencê-los. 

É por isso que no meio político, 

A maioria são maus-caracteres. 

Sendo assim, a verdade 

Vai desaparecendo aos poucos 

Pois tem dificuldades de adentrar 

Na mente da maioria. 

Para piorar a situação, 

A mentira casou-se com a desinformação. 



 
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.09.56.jp
duda.jpg
Foto%20Cart%C3%A3o%20H%C3%A9lio%20Gomes_
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.06.56.jp
panieri.JPG
padaria perola.JPG
corpus.JPG
bottom of page