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  • há 15 minutos

"E Jesus, estendendo as mãos, tocou-o, dizendo: Quero! sê limpo..."  (Mateus 8:3)   


Mãos estendidas!...  Quando estiveres meditando e orando, recorda que todas as grandes idéias se derramaram, através dos braços, para concretizarem as boas obras.


Cidades que honram a civilização, indústrias que sustentam o povo, casa que alberga a família, gleba que produz são garantidas pelo esforço das mãos.


Médicos despendem largo tempo em estudo para a conquista do título que lhes confere o direito de orientar o doente; no entanto vivem estendendo as mãos no amparo aos enfermos.


Educadores mergulham vários lustros na corrente das letras adquirindo a ciência de manejá-las, contudo gastam longo trecho da existência estendendo as mãos no trabalho da escrita. Cada reencarnação de nosso espírito exige braços abertos do regaço maternal que nos acolhe.


Toda refeição, para surgir, pede braços em movimento. Cultivemos a reflexão para que se nos aclare o ideal, sem largar o trabalho que no-lo realiza.


Jesus, embora pudesse representar-se por milhões de mensageiros, escolheu vir ele próprio até nós, colocando mãos no serviço, de preferência em direção aos menos felizes. Pensemos Nele, o Senhor.


E toda vez que nos sentirmos cansados, suspirando por repouso indébito, lembremo-nos de que as mãos do Cristo, após socorrer-nos e levantar-nos, longe de encontrarem apoio repousante, foram cravadas no lenho de sacrifício, do qual, conquanto escarnecidas e espancadas, ainda se despediram de nós, entre a palavra do perdão e a serenidade da bênção.


Livro: Segue-me 

Autor Espiritual: Emmanuel 

Médium: Chico Xavier 

Capítulo: Onde o repouso.


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus  

Instagram e YouTube: @mariamaedejesusne  

Rua Joana Angélica, 123 Centro - Brumado - Bahia 

Se desejar ajudar às nossas obras sociais recebemos doações no endereço acima ou através da chave Pix CNPJ: 59.245.502/0001-25 



 
  • há 6 horas

JUNCAL


Tudo começa na Grécia,

com as pedras formando

as primeiras colunas, entre os séculos VIII e VII a.C.,

em Isthmia, Éfeso e Corinto.

Tem um tempinho.


Mas, bem antes,

na Idade do Bronze (3.000–1.000 a.C.),

usavam-se troncos de árvores

postos de cabeça para baixo,

para evitar que brotassem.


Quanto tempo passado!

Hoje, é pau, é pedra,

é ferro, é concreto,

para sustentar e elevar,

do início ao fim!


Mas, continuando…

Como a coluna dói!

São 33 vértebras em cinco regiões,

e o incômodo é brutal,

sem peninha nem dó.


São as hérnias de disco,

que até parecem esporte;

os bicos de papagaio,

que mais parecem uma fauna…

Haja sofrimento!


Ainda assim, sou feliz,

pois há muito mais sofrimento:

estirado na cama, apoiado em muletas,

em uma cadeira de rodas, um PRONTO SOCORRO

Uma injeção aqui, outra acolá, quanta dificuldade e dor!


Tudo pode acontecer:

um gesto, uma queda, um esporte,

um acidente, um esbarrão…

Basta estar vivo,

e tudo pode acontecer (REPETITIVAMENTE).


Quem ganha?

As indústrias farmacêuticas,

as farmácias, com seus remédios,

que deveriam ser milagrosos,

mas, na grande maioria, são só PALIATIVOS.


Quem perde?

Todos que respiram,

Os idosos mais frequentemente

Os mais jovens por uma série de razões

Enfim, sofrimento não tem idade


Ainda temos a fisioterapia, o Pilates,

uma boa massagem:

alívio, superação e continuidade.

Todo cuidado é pouco,

não se pode esquecer.


Como eixo central do nosso corpo,

com discos, ligamentos e músculos,

a coluna nos permite diversos movimentos.


A cervical sustenta o pescoço;

a torácica protege órgãos vitais,

como o coração e os pulmões;

a lombar suporta o peso do corpo

e permite movimentos como a flexão.


A sacral conecta a coluna à pelve,

proporcionando estabilidade à base do tronco;

o cóccix, vestígio da cauda humana,

tem pouca mobilidade, servindo de apoio ao sentar e de fixação para músculos e ligamentos.


Assim, a dor na coluna tem suas histórias:

de dores, lamentações e superações.

Um dos sentidos da vida

em nosso corpo,

que merece todo cuidado e ainda é pouco.


Mas, quando uma pessoa querida chega 

e nos dá um abraço forte,

vem aquele estalo gostoso…

E a dor? Que dor?

PASSOU!


Bom humor não se deve perder.

É duro, mas é real

Dizem: que o tempo a tudo cura

Mas nem tudo que se ouve é verdade

Pode até aliviar, só não resolve.








 

Pr. Robérico Silva de Oliveira

Teólogo, Gestor em Teologia, Psicanalista Clínico/Psicoterapeuta, Pós-graduado em Psicologia Clínica, Bacharel em Administração, Pós-graduado em Ciências Políticas, Radialista Profissional RPR/BA 3204, Jornalista MTE/RJ 45005.


EXISTEM LEVITAS HOJE?


O texto estudado registra que ainda existem descendentes de Levi entre os judeus, mas as funções levíticas do Antigo Testamento não podem ser exercidas da mesma maneira, especialmente após a destruição do templo em 70 d.C.


No Novo Testamento, encontramos uma compreensão diferente da participação espiritual. Pedro afirma:


“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido...”  1 Pedro 2:9


Dentro da tradição cristã, essa passagem é compreendida como uma convocação de todos os cristãos para uma vida de serviço e testemunho.


Assim, a pergunta deixa de ser:


“QUEM É LEVITA?”


E passa a ser:


“COMO ESTOU SERVINDO?”


O VERDADEIRO DESAFIO


Talvez essa seja a principal lição que podemos extrair da história dos levitas.


Vivemos em uma sociedade que frequentemente valoriza a visibilidade, o reconhecimento e o status. Muitas pessoas querem aparecer, mas poucas estão dispostas a assumir responsabilidades que não produzem aplausos.


Os levitas nos apresentam outra perspectiva.


Servir é mais importante do que simplesmente aparecer.


Responsabilidade é mais importante do que status.


Conhecimento ganha valor quando é compartilhado.


Talento ganha significado quando beneficia outras pessoas.


Uma função ganha dignidade quando é exercida com responsabilidade.

 

E VOCÊ, QUAL É O SEU PAPEL?


A história dos levitas pode terminar com uma pergunta para cada um de nós:


Qual é o papel que estou desempenhando na vida das pessoas que estão ao meu redor?


Não precisamos ocupar uma posição de destaque para fazer diferença.


Podemos servir dentro de casa, no trabalho, na igreja, na escola, na comunidade ou simplesmente na vida de alguém que precisa de uma palavra, uma orientação ou uma atitude de solidariedade.


O verdadeiro legado não está apenas naquilo que conquistamos.


Está também naquilo que ensinamos, construímos, compartilhamos e deixamos na vida daqueles que caminharam conosco.


REFLEXÃO FINAL


Não fomos chamados apenas para ocupar espaços. Somos responsáveis pela maneira como ocupamos esses espaços.


Não basta ter talentos; é preciso colocá-los a serviço de algo significativo.


Não basta ser visto; é necessário ser útil.


Não basta falar sobre serviço; é preciso servir.


Talvez seja essa a grande mensagem que os levitas ainda podem transmitir à sociedade contemporânea:


O valor de uma pessoa não está apenas na posição que ocupa, mas no significado que dá àquilo que faz e no legado que deixa na vida dos outros.


REFERÊNCIAS


BÍBLIA SAGRADA. Almeida Corrigida Fiel – ACF.

DAVIS, John D. Novo Dicionário da Bíblia.

GARDNER, Paul. Quem é Quem na Bíblia Sagrada. São Paulo: Editora Vida.

CASTRO, André de. Levitas: Além da Música.

OLIVEIRA, Robérico Silva de. Quem eram os levitas?



 
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