- há 12 minutos

Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Ninguém consegue ser o melhor sempre.
Entretanto, quando somos os melhores em algo,
Temos que defender essa tradição
Com a mesma identidade que um dia nos fez
Ser considerados os melhores.
Quando perdemos essa identidade,
Perdemos também o respeito.
E respeito é algo que temos que impor,
E nunca esperar que o adversário
Reconheça o que já fomos um dia.
Quando deixamos de andar com a cabeça erguida,
Passamos a enxergar mais o chão
Do que os objetivos a serem alcançados.
Ainda somos o maior do mundo,
Mas não nos comportamos como tal.
Corremos um grande risco
De um dia sermos ultrapassados.
Não somente pela competência dos outros,
E sim pela falta da nossa.
Enquanto os nossos adversários
Evoluíram almejando o futuro,
Nós nos acomodamos contemplando o passado.
Seis copas passando em BRANCO,
Desesperançoso está o nosso VERDE,
Nosso AMARELO amarelou,
E aos poucos deixamos de escrever
Com AZUL a nossa História,
Para reescrevê-la com tinta preta,
Caracterizando o funeral do nosso futebol.
O nosso futebol começou a morrer
Quando deixamos de valorizar nossos ídolos
Para idolatrar personagens de outras nacionalidades.
Isso significa que deixamos de ser espelho
E passamos a ser um reflexo distorcido,
Que não reflete mais a mesma imagem
Dos áureos tempos de glórias.
Se o brasileiro bem soubesse,
Não misturaria futebol com politicagem.
O futebol, por muito tempo, nos fez bem.
Já a politicagem, há muito tempo,
Vem destruindo o nosso bem maior:
O orgulho de sermos BRASILEIROS.
Mais vergonhoso que perder uma copa
É perder o respeito pelos nossos ídolos
E o patriotismo pelo nosso próprio país.







- há 3 horas

Enquanto o vício se nos reflete no corpo, os abusos da consciência se nos estampam na alma, segundo a modalidade de nossos desregramentos.
É assim que atravessam as cinzas da morte, em perigoso desequilíbrio da mente, quantos se consagraram no mundo à crueldade e à injustiça, furtando a segurança e a felicidade dos outros.
Fazedores de guerra que depravaram a confiança do povo com peçonhento apetite de sangue e ouro, legisladores despóticos que perverteram a autoridade, magnatas do comércio que segregaram o pão, agravando a penúria do próximo, profissionais do direito que buscaram torturar a verdade em proveito do crime, expoentes da usura que trancafiaram a riqueza coletiva necessária ao progresso, artistas que venderam a sensibilidade e a cultura, degradando os sentimentos da multidão, e homens e mulheres que trocaram o templo do lar pelas aventuras da deserção, acabando no suicídio ou na delinquência, encarceram-se nos vórtices da loucura, penetrando, depois, na vida espiritual como fantasmas de arrependimento e remorso, arrastando consigo as telas horripilantes da culpa em que se lhes agregam os pensamentos.
E a única terapêutica de semelhantes doentes é a volta aos berços de sombra em que, através da reencarnação redentora, ressurgem no vaso físico – cela preciosa de tratamento –, na condição de crianças-problemas em dolorosas perturbações.
Todos vós, desse modo, que recebestes no lar anjos tristes, no eclipse da razão, conchegai-os com paciência e ternura, porquanto são, quase sempre, laços enfermos de nosso próprio passado,
inteligências que decerto auxiliamos irrefletidamente a perder e que, hoje, retornam à concha de nossos braços, esmolando entendimento e carinho, para que se refaçam, na clausura da inibição e da idiotia, para a bênção da liberdade e para a glória da luz.
Enquanto o vício se nos reflete no corpo, os abusos da consciência se nos estampam na alma, segundo a modalidade de nossos desregramentos.
É assim que atravessam as cinzas da morte, em perigoso desequilíbrio da mente, quantos se consagraram no mundo à crueldade e à injustiça, furtando a segurança e a felicidade dos outros.
Fazedores de guerra que depravaram a confiança do povo com peçonhento apetite de sangue e ouro, legisladores despóticos que perverteram a autoridade, magnatas do comércio que segregaram o pão, agravando a penúria do próximo, profissionais do direito que buscaram torturar a verdade em proveito do crime, expoentes da usura que trancafiaram a riqueza coletiva necessária ao progresso, artistas que venderam a sensibilidade e a cultura, degradando os sentimentos da multidão, e homens e mulheres que trocaram o templo do lar pelas aventuras da deserção, acabando no suicídio ou na delinquência, encarceram-se nos vórtices da loucura, penetrando, depois, na vida espiritual como fantasmas de arrependimento e remorso, arrastando consigo as telas horripilantes da culpa em que se lhes agregam os pensamentos.
E a única terapêutica de semelhantes doentes é a volta aos berços de sombra em que, através da reencarnação redentora, ressurgem no vaso físico – cela preciosa de tratamento –, na condição de crianças-problemas em dolorosas perturbações.
Todos vós, desse modo, que recebestes no lar anjos tristes, no eclipse da razão, conchegai-os com paciência e ternura, porquanto são, quase sempre, laços enfermos de nosso próprio passado,
inteligências que decerto auxiliamos irrefletidamente a perder e que, hoje, retornam à concha de nossos braços, esmolando entendimento e carinho, para que se refaçam, na clausura da inibição e da idiotia, para a bênção da liberdade e para a glória da luz.
Livro: Religião dos Espíritos
Chico / Emmanuel
Reunião pública de 23/1/59
Questão nº 373






CARLA MUNIZ - Especialista em Segurança e Saúde no Trabalho - Muniz Consultoria - Soluções em Segurança do Trabalho e Gestão Ocupacional
Em um cenário corporativo cada vez mais competitivo, investir em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) deixou de ser apenas uma obrigação legal para se tornar um diferencial estratégico. Empresas que priorizam a prevenção de acidentes, promovem a saúde ocupacional e cumprem rigorosamente as Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) protegem seus colaboradores, fortalecem sua reputação e aumentam sua produtividade.
A prevenção é o melhor investimento
Todo acidente de trabalho pode gerar impactos significativos para o trabalhador, sua família e a empresa. Além das consequências humanas, existem custos relacionados a afastamentos, indenizações, perda de produtividade, multas e danos à imagem da organização.
A prevenção deve estar presente em todas as etapas das atividades laborais, por meio da identificação dos perigos, avaliação dos riscos e implementação de medidas eficazes de controle. Uma cultura preventiva depende do comprometimento da alta gestão e da participação ativa de todos os colaboradores.
Saúde ocupacional: qualidade de vida no ambiente de trabalho
A saúde ocupacional vai além da prevenção de acidentes. Seu objetivo é preservar o bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores, proporcionando ambientes seguros, saudáveis e ergonomicamente adequados.
Programas como o PCMSO, avaliações periódicas, ações de promoção da saúde, campanhas educativas e o acompanhamento médico são fundamentais para reduzir doenças ocupacionais, melhorar a qualidade de vida e aumentar o desempenho das equipes.
Além disso, as recentes atualizações das Normas Regulamentadoras reforçam a necessidade de atenção aos riscos psicossociais, reconhecendo que fatores como estresse excessivo, assédio, sobrecarga de trabalho e ambientes organizacionais inadequados também podem comprometer a saúde dos trabalhadores.
A importância das Normas Regulamentadoras
As Normas Regulamentadoras (NRs), publicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem os requisitos mínimos para garantir condições seguras e saudáveis nos ambientes laborais.
Entre as principais normas destacam-se:
* NR-01 – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR);
* NR-05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPA);
* NR-06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
* NR-07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
* NR-09 – Avaliação e controle das exposições ocupacionais;
* NR-17 – Ergonomia;
*NR-35 – Trabalho em Altura, entre outras normas específicas conforme a atividade da empresa.
O cumprimento dessas normas demonstra responsabilidade legal, reduz passivos trabalhistas e contribui para um ambiente de trabalho mais seguro.
O papel da liderança
Os gestores possuem papel essencial na construção de uma cultura de segurança. São eles que influenciam comportamentos, garantem recursos para treinamentos, incentivam o uso correto dos EPIs e promovem o cumprimento dos procedimentos operacionais.
Quando a liderança atua pelo exemplo, os colaboradores compreendem que a segurança é um valor permanente e não apenas uma exigência documental.
Treinamento e conscientização
Nenhum sistema de gestão de segurança é eficaz sem capacitação contínua. Os treinamentos previstos nas Normas Regulamentadoras desenvolvem competências técnicas, aumentam a percepção de riscos e fortalecem a responsabilidade individual e coletiva.
Diálogos Diários de Segurança (DDS), simulados de emergência, campanhas de prevenção e reciclagens periódicas são ferramentas indispensáveis para manter a cultura prevencionista viva dentro da organização.
Benefícios para empresas e colaboradores
Empresas que investem em Segurança e Saúde no Trabalho obtêm diversos benefícios, como:
* Redução de acidentes e afastamentos;
* Maior produtividade e engajamento das equipes;
* Diminuição de custos com indenizações e passivos trabalhistas;
* Cumprimento da legislação vigente;
* Fortalecimento da imagem institucional;
* Melhoria do clima organizacional;
* Valorização do capital humano.
Conclusão
A prevenção de acidentes, a promoção da saúde ocupacional e o cumprimento das Normas Regulamentadoras representam um compromisso permanente com a vida. Mais do que atender às exigências legais, investir em Segurança e Saúde no Trabalho significa construir organizações mais eficientes, humanas e sustentáveis.
A verdadeira excelência empresarial começa quando cada colaborador retorna para casa em segurança ao final de sua jornada. Promover essa realidade é responsabilidade de todos e deve fazer parte da cultura organizacional de qualquer empresa comprometida com o futuro.


























