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“Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram.”

Paulo (Hebreus, 10:6)

 

É certo que todo trabalho sincero de adoração espiritual nos levanta a alma, elevando-nos os sentimentos.


A súplica, no remorso, traz-nos a bênção das lágrimas consoladoras.


A rogativa na aflição dá-nos a conhecer a deficiência própria, ajudando-nos a descobrir o valor da humildade.


A solicitação na dor revela-nos a fonte sagrada da Inesgotável Misericórdia.


A oração refrigera, alivia, exalta, esclarece, eleva, mas, sobretudo, afeiçoa o coração ao serviço divino. Não olvidemos, porém, de que os atos íntimos e profundos da fé são necessários e úteis a nós próprios.


Na essência, não é o Senhor quem necessita de nossas manifestações votivas, mas somos nós mesmos que devemos aproveitar a sublime possibilidade da repetição, aprendendo com a sabedoria da vida.


Jesus espera por nossa renovação espiritual, acima de tudo.


Se erraste, é preciso procurar a porta da retificação.


Se ofendeste a alguém, corrige-te na devida reconciliação.


Se te desviaste da senda reta, volta ao caminho direito.


Se te perturbaste, harmoniza-te de novo.


Se abrigaste a revolta, recupera a disciplina de ti mesmo.


Em qualquer posição de desequilíbrio, lembra-te de que a prece pode trazer-te sugestões divinas, ampliar-te a visão espiritual e proporcionar-te consolações abundantes; todavia, para o Senhor não bastam as posições convencionais ou verbalistas.


O Mestre confere-nos a Dádiva e pede-nos a iniciativa.


Nos teus dias de luta, portanto, faze os votos e promessas que forem de teu agrado e proveito, mas não te esqueças da ação e da renovação aproveitáveis na obra divina do mundo e sumamente agradáveis aos olhos do Senhor.


Do livro: Vinha de luz

Chico Xavier / Emmanuel



 

Mayrion Álvares da Silva

Estoquista

Instagram: @folhadebrumado

Que sorriso lindo

Estampado na face

Decorado nos lábios

E tatuado na alma!

Que sorriso é esse?

Que enaltece o meu ser

Preenche meus espaços

Me cativa e me acalma?

É um sorriso marcante

Que atrai os meus olhos

Fascina minha boca

E me enche de luz,

É um sorriso discreto

Que estremece meu corpo

Invade minha mente

E meu sonho conduz.

Que sorriso é esse?

Que visita minhas noites

Alimenta minhas fantasias

E meu pensamento excita?

É um sorriso meigo

Que navega meu ego

Incendeia meu corpo

Envolvendo minha vida.

Que sorriso é esse?

Que penetra em mim

Arrancando minhas mágoas

Muitas vezes sem perceber?

Esse é o sorriso mais puro

É o sorriso mais doce

Porque simplesmente,

Esse sorriso emana de você.



 

Por: VANÚBIA SANTOS Administradora, Coach. Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional.  Administradora da CC&DHO. 


INTRODUÇÃO


Conviver com a fibromialgia e o lúpus é enfrentar diariamente dores, limitações e desafios que, muitas vezes, são invisíveis aos olhos das outras pessoas. São condições que exigem força física, equilíbrio emocional e, sobretudo, uma profunda conexão espiritual para continuar seguindo em frente.


Permanecer de pé diante de tantas adversidades é um verdadeiro ato de fé e autoestima. Quando me refiro à fé, falo da fé sobrenatural, aquela que vem do alto, que nos sustenta nos momentos de fraqueza e nos fortalece quando acreditamos não ter mais forças. É permitir que Deus haja continuamente em nossa vida, confiando que é Ele quem nos mantém firmes, mesmo nos dias mais difíceis.


COMPREENDENDO O LÚPS E A FIBROMIALGIA


Embora muitas vezes sejam confundidas, a fibromialgia e o lúpus possuem características diferentes.


O lúpus é uma doença autoimune crônica, na qual o sistema imunológico passa a atacar os próprios tecidos do organismo, podendo comprometer diversos órgãos e sistemas, como a pele, as articulações, os rins, o coração e os pulmões.


A fibromialgia, por sua vez, é uma síndrome caracterizada por dores musculoesqueléticas generalizadas, fadiga intensa, alterações do sono, dificuldade de concentração, sensibilidade aumentada à dor e impactos significativos na saúde emocional. Diferentemente do lúpus, a fibromialgia não provoca inflamações nem lesões nos órgãos.


Apesar das diferenças, ambas podem coexistir e trazer consequências importantes para a qualidade de vida da pessoa.


Apesar de ser doenças crônicas, essas doenças não são infectocontagiosas nem transmissíveis.


A FÉ COMO INSTRUMENTO DE FORTALECIMENTO


A fé não elimina a doença, mas transforma a maneira como enfrentamos as dificuldades. Ela nos ajuda a encontrar sentido nas lutas diárias, renovando a esperança e fortalecendo a nossa capacidade de superação.


Confiar em Deus não significa ignorar a dor, mas acreditar que, mesmo em meio às limitações, existe um propósito maior e uma força capaz de nos sustentar.


A fé sobrenatural nos ensina a viver um dia de cada vez, sem antecipar sofrimentos e sem perder a esperança de dias melhores.


A IMPORTÂNCIA DA AUTOESTIMA


Além da fé, é fundamental desenvolver a autoestima de dentro para fora. Muitas vezes, as limitações impostas pela doença podem gerar sentimentos de incapacidade, tristeza e frustração.


Entretanto, é preciso compreender que a doença não define a nossa identidade. Somos muito maiores do que os nossos diagnósticos.


Cuidar da autoestima significa acolher as próprias fragilidades, respeitar os limites do corpo, valorizar cada pequena conquista e reconhecer que pedir ajuda também é um gesto de coragem.


COMO VIVER DIANTE DE TANTAS LIMITAÇÕES


Viver com lúpus e fibromialgia exige adaptações constantes. Alguns cuidados são essenciais para preservar a qualidade de vida:


✓ Respeitar os limites do próprio corpo;


✓ Manter acompanhamento médico regular;


✓ Seguir corretamente os tratamentos prescritos;


✓ Praticar atividades físicas adequadas e orientadas;


✓ Priorizar o descanso e a qualidade do sono;


✓ Alimentar-se de forma equilibrada;


✓ Cuidar da saúde emocional;


✓ Buscar apoio familiar, social e espiritual;


✓ Exercitar diariamente a fé e a gratidão.


Nem todos os dias serão fáceis. Haverá momentos de dor, cansaço e desânimo. Contudo, também existirão dias de esperança, aprendizado e superação.


CONSIDERAÇÕES FINAIS


Conviver com a fibromialgia e o lúpus é um exercício diário de resiliência. É aprender a transformar a dor em força, a fragilidade em coragem e as limitações em oportunidades de crescimento interior.


Continuar de pé, apesar de todas as dificuldades, não é apenas um ato de resistência, mas uma demonstração de amor pela vida. É a prova de que a fé, a autoestima e a confiança em Deus podem nos sustentar mesmo nos momentos mais difíceis.


É POSSÍVEL MANTER UMA BOA QUALIDADE DE VIDA MESMO SOFRENDO DE LÚPUS E FIBROMIALGIA


Viver com essas doenças não significa desistir dos sonhos, mas aprender a construí-los de uma nova maneira, respeitando o próprio tempo e valorizando cada conquista.


Porque, quando permitimos que Deus conduza os nossos passos, descobrimos que, mesmo diante das maiores adversidades, é possível seguir em frente com dignidade, esperança e a certeza de que nunca estamos sozinhos.



 
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