- há 53 minutos

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
Já repararam que todo militante de esquerda é, antes de tudo um indivíduo socialmente desajustado, um autorretrato de toda a decadência acumulada e personificada sobre um uni-vos ser que se presta a serviço de uma elite consumista e que se autoproclama socialista?
Via de regra, gente feia e malcuidada com barba grande e ensebada, de cabelo roxo, que usa argola no nariz, que usa turbante multicolorido e não raro, camiseta com foto do Paulo Freire ou do Che Guevara?
Eis aí o estereótipo clássico de todo convicto militante esquerdista.

Gente que não trabalha, que finge que estuda, mas que acorda cedo para embarcar em um ônibus, van ou caminhão rumo à alguma passeata ou movimento de protesto onde as estrelas que irão brilhar serão sempre os mesmos políticos, burocratas e tecnocratas do meio acadêmico que recebem altas quantias advindas dos subsídios e da verba pública.
Vão pesquisar a fundo a vida pregressa desses não tão inocentes úteis.
Ausentes, alheios e insensíveis para com os mais próximos (os da própria família), adeptos às mais elevadas demandas sociais, comprometidos com as soluções mais esdruxulas para problemas tão antigos quanto a própria sociedade humana e, ao mesmo tempo, péssimos alunos com notas medíocres e baixo rendimento escolar.
Gente mal resolvida e mal estacionada desde o berço, mas e que por mera questão de comodidade em não querer dar qualquer passo rumo à autocontenção e correção que lhes sirva como vetor à plena adaptação e capacitação ao respectivo meio social, acha melhor a tudo e todos afrontar e se possível, destruir.
Como militante esquerdista gosta de destruir pessoas e coisas!
Quando reclamam por mais espaço, mal se dão conta de que os únicos espaços que lhes são concedidos são aqueles que a própria classe dominante lhes reservam como nichos toleráveis e assim, mesmo sem compreender que suas débeis causas - ao invés de inclui-los em algo maior, mais amplo e soberbos, acaba por segrega-los em espaços de confinamento diametralmente ainda menores.
O militante esquerdista é, antes de tudo, um segregado.
Um exemplo disso são as siglas e estranhas fórmulas de categorização racional de todos os diferentes e "toleráveis" níveis de conformação dentro do vigente plexo social.
A Sociedade não vive e convive com o diferente; ela apenas tolera tais indivíduos e grupos de indivíduos, e, quando os reúnem sob o manto dos rótulos de categorização dentro do escalonado plexo social, diz a todos que, "esse é o diminuto espaço que reservamos a voces; o espaço de uma sigla!"
Cara! (sujeito), você é uma sigla, teu grupo é uma sigla e desse modo (no modo sigla), podemos reescreve-lo e até usarmos uma borracha (a borracha da coerção) para redefinir o seu papel, torná-lo menos ou mais tolerável e, a depender disso, até apagá-lo!
Em suma, é o "fica no espaço que lhe dei e que já está muito bom!" (...)
E a questão das siglas de confinamento e de estratificação é só um exemplo da proposta contida neste diminuto espaço aberto à reflexão, eis que, para muito além de simplesmente abordar o traço comum contido no estereótipo do clássico militante esquerdista, objetivamos permitir uma análise mais detida sobre os efeitos transversos decorrentes de todas as atividades da ruidosa militância esquerdista no Brasil e no mundo nestes últimos trinta anos.
Os resultados - os deletérios resultados, estão ai a olhos vistos e aguçadas sensibilidades
Desse modo e por fazerem muito barulho, os ruidosos militantes esquerdistas acreditam ter conquistado alguma coisa, enquanto em verdade, apenas se conformaram às diminutas áreas de confinamento que as classes dominantes lhes reservaram.
E o mais interessante é que tais pessoas - os revoltosos e ruidosos discípulos de Paulo Freire e eternos entusiastas de Che Guevara disso nunca se deram conta.







- há 1 dia

Veronica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin
Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino
O PODER DAS FOLHAS E UM BANHO PARA RENOVAR AS ENERGIAS
Na tradição de matriz africana, as folhas são sagradas. Elas carregam o Àṣẹ, a força vital da natureza, e nos ensinam que cuidar do corpo também é uma forma de fortalecer o espírito.
Um banho de ervas não é um ato de magia. É um momento de conexão com a ancestralidade, de oração, de recolhimento e de renovação. Ao preparar as folhas com respeito e gratidão, reconhecemos que a natureza é uma grande mestra e que nela encontramos equilíbrio para enfrentar os desafios da vida.
Cada folha possui sua própria energia. Quando utilizada com consciência, ela nos ajuda a fortalecer o Ori, acalmar a mente e renovar as nossas forças. O verdadeiro poder do banho está na intenção de quem o prepara, na fé de quem o recebe e no respeito pelos ensinamentos ancestrais.
RECEITA DE BANHO DE ALECRIM E MANJERICÃO

Este é um banho simples, indicado para momentos em que sentimos necessidade de renovar as energias, buscar clareza e fortalecer o ânimo.
INGREDIENTES
* 1 litro de água;
* 1 ramo de alecrim fresco;
* 7 folhas de manjericão.
MODO DE PREPARO
Leve a água ao fogo. Quando levantar fervura, desligue o fogo e acrescente as ervas. Tampe o recipiente e deixe descansar por aproximadamente 15 minutos. Em seguida, coe a infusão.
Após o banho de higiene, derrame o banho de ervas por todo o corpo, lentamente, permitindo que a água percorra sua cabeça, seus ombros e todo o seu corpo. Enquanto isso, faça uma oração conforme a sua fé ou converse com o seu Ori, agradecendo pela vida e pedindo sabedoria, proteção, equilíbrio e caminhos abertos.
Se possível, deixe o corpo secar naturalmente e vista roupas limpas e confortáveis.
Lembre-se: mais importante do que a receita é o respeito às folhas, à natureza e à ancestralidade. O Àṣẹ se fortalece quando caminhamos com fé, ética e gratidão.
Que o Àṣẹ das folhas renove sua esperança, fortaleça seu Ori e ilumine os seus caminhos.
Àṣẹ!
Verônica Moura
Sacerdotisa • Oraculista
📲 Agendamentos para Jogo de Búzios e Orientação Espiritual:
(21) 96418-1321






- há 2 dias

JUNCAL
A mão é uma máquina.
Ela abre e fecha,
(devagar ou não).
Movimenta os dedos,
segura a rosa
(com carinho ou não)
para ofertar.
Movimenta-se em um sinal de adeus,
mas também faz carinho, consola ...
Em busca de outra mão
Talvez a gêmea (a cara metade)
Ela tampa o rosto,
numa crise de choro,
como apoio ou não
Ela segura outra mão,
dando força,
sentido e direção,
que, às vezes, chegam ao coração.
A mão apoia,
dá sinais,
até fala.
E ela, bem cuidada,
vai longe.
Como o amor prevê,
ela me serve
e a ti também.
Faz mágica e até estripulias.
A mão é magnífica.
Não existe contradição,
nem contraindicação.
Uma mão pega o pão
e o divide igualmente,
por razão igualitária.
Um aceno com a mão
chama atenção.
Pode consentir ou não;
depende do momento,
do significado misterioso.
Formosa mão que tanto apalpa,
tanto o passado quanto o presente,
deixando o futuro para uma próxima vez.
Assim vive a mão,
com tamanho esplendor.
A mão, em suas fases,
pode impelir e bloquear.
Ela pode marcar e desmarcar,
pode salvar e matar.
Ela vai pela sua cabeça.


























