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Veronica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin

Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino


ALQUIMIA DO FOGO VIOLETA: O LEGADO DE SAINT GERMAIN 


No vasto tapeceiro da espiritualidade moderna, poucos nomes ressoam com tanta força e mistério quanto o de Saint Germain. 


Ele não é apenas uma figura histórica ou um mestre ascensionado distante; ele é o sopro de renovação que define a transição dos tempos. 


Como Chohan do Sétimo Raio, Saint Germain assume o papel de um grande maestro cósmico, conduzindo a humanidade através da vibrante frequência da cor violeta. Esta cor não foi escolhida ao acaso pela natureza espiritual; ela se situa no ponto exato de transmutação, onde o material se dissolve para dar lugar ao etéreo. 


É uma força que atua como um solvente espiritual, capaz de penetrar nas camadas mais densas do carma humano e desintegrar as cristalizações de dor, mágoa e medo que carregamos como fardos invisíveis.


Essa energia de purificação ganha contornos fascinantes quando atravessa as portas dos terreiros de Umbanda, onde a prática da caridade se funde à alta magia branca. 


Na Umbanda, a vibração de Saint Germain muitas vezes se manifesta de forma sincretizada ou complementar, especialmente nas linhas de cura e de limpeza fluídica profunda.

É no balanço das ervas e no estalar das brasas que a Chama Violeta se faz presente, não como um conceito abstrato, mas como um axé renovador que varre as larvas astrais e restaura o brilho da aura dos consulentes. 


Os guias espirituais, em sua infinita sabedoria, utilizam essa frequência para realizar a "alquimia do terreiro", transformando a densidade das demandas negativas na leveza do perdão e da esperança. É um encontro sublime entre o cetro de poder do mestre europeu e a força telúrica do solo brasileiro.


Viver sob a égide do Sétimo Raio significa compreender que a liberdade é um estado de consciência que precisa ser conquistado diariamente. 


Saint Germain, ao lado da Deusa Pórtia e do Arcanjo Ezequiel, oferece à humanidade a ferramenta da soberania espiritual, lembrando-nos de que não somos escravos do passado, mas arquitetos de um destino iluminado. 


A Era de Aquário, sob sua regência, nos convida a abandonar as velhas formas de controle para abraçar uma fraternidade universal, onde cada indivíduo é um ponto de luz autossustentável. 


Ao visualizarmos a labareda violeta envolvendo nossos corpos e ambientes, estamos acionando uma tecnologia sagrada que transmuta o chumbo das nossas imperfeições no ouro da virtude, permitindo que a luz do Eu Sou brilhe sem as interferências das sombras que outrora nos limitavam.


O Ritual do Fogo Sagrado: Praticando a Transmutação no Templo do Coração

Para trazer a magia de Saint Germain e a força da transmutação para o seu dia a dia, não é necessário um altar complexo, mas sim a intenção firme e a entrega da alma. 


Comece encontrando um momento de quietude, onde o mundo externo silencia para que o seu universo interno possa falar.


Feche os olhos e respire profundamente, sentindo o ar como um fluxo de energia que limpa seus pulmões e acalma seus batimentos. Imagine, então, que do centro da Terra sobe uma luz violeta intensa, vibrante e elétrica, que atravessa a sola dos seus pés e começa a envolver todo o seu corpo como uma chama que dança, mas não queima.


Enquanto essa labareda violeta sobe, visualize-a como o próprio axé de purificação que percorre um terreiro sagrado. Sinta que, ao tocar sua pele e seus órgãos, essa chama vai dissolvendo as manchas escuras do cansaço, as cordas apertadas da ansiedade e as sombras de mágoas antigas. 


Mentalize que cada átomo do seu ser está sendo banhado por essa frequência de Saint Germain, transformando o peso do chumbo emocional na leveza das penas. 


Se houver algum conflito ou dor específica, jogue-os figurativamente nessa fogueira espiritual e observe-os mudarem de cor, perdendo a forma densa e transformando-se em faíscas de luz dourada que sobem ao céu.


Sinta a presença amorosa do Arcanjo Ezequiel e a justiça serena da Deusa Pórtia sustentando esse campo de força ao seu redor. Nesse estado de graça, afirme para si mesmo, com a autoridade de quem comanda o próprio destino: "Eu Sou a Chama Violeta em ação, eu sou a pureza que Deus deseja". 


Permaneça nesse banho de luz por alguns minutos, sentindo-se renovado, protegido e, acima de tudo, livre. Ao abrir os olhos, saiba que você não carrega mais o mesmo peso de antes; a alquimia foi feita e o Sétimo Raio agora brilha através de você, iluminando cada passo do seu caminho na Nova Era.




 

Por CARLOS AROUCK

FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS


DA CENSURA À CRUSOÉ AO MEDO QUE ATINGE ATÉ OS ALGOZES DE BOLSONARO 


O Inquérito das Fake News (Inq 4.781), aberto em 2019 por Dias Toffoli e relatado por Alexandre de Moraes, nunca foi sobre combater desinformação. Serviu, desde o primeiro dia, como ferramenta para calar vozes incômodas ao establishment do STF. O exemplo clássico: a censura imediata à reportagem da Crusoé “O amigo do amigo do meu pai”, que expunha ligações de Toffoli com a Odebrecht. Moraes mandou remover a matéria, aplicou multa diária de R$ 100 mil e ignorou o pedido de arquivamento da PGR. Não era defesa da honra institucional: era censura para proteger o clã do Supremo de qualquer escrutínio.


Sete anos depois, o inquérito segue vivo, sem prazo de validade – um monstro eterno, apelidado de “Inquérito do Fim do Mundo”. Em fevereiro de 2026, a OAB Nacional protocolou ofício ao presidente Edson Fachin pedindo o fim imediato dessa aberração. A entidade falou em “investigações de natureza perpétua”, “desgaste progressivo da confiança social” e “extrema preocupação institucional”. A OAB, que demorou para reagir, agora admite o óbvio: o inquérito se expandiu indefinidamente, violando devido processo legal, segurança jurídica e liberdade de expressão.


A mídia repercutiu o pedido: G1, CNN, Gazeta do Povo, Agência Brasil e até The Economist destacaram o escândalo. A revista britânica foi direta: o STF está “envolvido em um vasto escândalo”, com sigilo excessivo e uso do inquérito para abafar apurações sobre ligações de ministros com o falido Banco Master. Contratos milionários da esposa de Moraes (R$ 129 milhões) e negócios familiares de Toffoli vieram à tona. Em resposta, Moraes abriu desdobramento no mesmo inquérito para investigar servidores da Receita que supostamente vazaram dados sigilosos de parentes de ministros. Quatro auditores viraram alvo de busca e apreensão – uma operação de intimidação que revoltou o funcionalismo e reforçou a percepção de que o Judiciário usa poder de polícia para se blindar.


O inquérito não nasceu para perseguir golpistas. Nasceu para censurar. Agora, ao atingir jornalistas que noticiaram o Banco Master e auditores que tocaram em dados sensíveis, revela sua essência: intimidação seletiva. Quem questiona o STF vira réu no “Fim do Mundo”.


Importante registrar o que a grande mídia fez durante a perseguição a Bolsonaro e aos bolsonaristas (2019-2022/2023): silêncio cúmplice ou apoio explícito. Não houve matérias críticas às irregularidades gritantes do inquérito – instauração de ofício, sem provocação da PGR, relator escolhido a dedo, prorrogações infinitas, censura prévia e violações constitucionais. Pelo contrário: Globo, Folha, Estadão e outros publicaram reportagens e editoriais relativizando ou defendendo que “contrariar a Constituição era possível” para proteger a democracia de supostas ameaças bolsonaristas. O inquérito era visto como necessário, mesmo que atropelasse garantias fundamentais. A “defesa das instituições” justificava tudo – inclusive rasgar a Constituição.


Exemplo concreto dessa fase inicial: na primeira grande operação de busca e apreensão, em 27 de maio de 2020, a PF cumpriu 29 mandados contra aliados de Bolsonaro. Cinco nomes emblemáticos alvos diretos foram Roberto Jefferson (ex-deputado e presidente do PTB), Luciano Hang (dono da Havan), Allan dos Santos (blogueiro do Terça Livre), Sara Winter (ativista bolsonarista) e Bernardo Kuster (youtuber). Esses cidadãos tiveram casas invadidas, equipamentos apreendidos e contas bloqueadas, tudo sob o pretexto de “fake news” e “ameaças ao STF” – sem que a grande mídia questionasse o devido processo ou a competência do inquérito.


Mas o que mais chama atenção é o timing do pedido da OAB e da repercussão atual: o medo real é que o inquérito, criado para caçar bolsonaristas e aliados de Bolsonaro, chegue até os próprios perseguidores. Aqueles que aplaudiram prisões, bloqueios de redes e cassações agora tremem ao ver que o arbítrio não tem lado ideológico fixo. O monstro que devorou opositores pode virar contra quem o alimentou. O medo se espalha: “e se chegar em mim?”.


E o pior horizonte se aproxima. Em 2027, Alexandre de Moraes assume a presidência definitiva do STF (já foi vice de Fachin no biênio 2025-2027, e a sucessão por antiguidade é tradição). Com o inquérito em mãos, sigilo total e poder ampliado, ele poderia passar a relatoria para outro ministro – uma manobra que, na superfície, parece “renovação”, mas na prática perpetua o controle: o novo relator herdaria o monstro pronto, com precedentes de censura e expansão infinita. Nada muda o DNA censor; apenas troca o condutor.


Diante desse limão azedo – sete anos de abusos, erosão da confiança, hipocrisia midiática e agora medo generalizado –, é hora de fazer limonada. A pressão da OAB, a repercussão midiática (mesmo tardia) e o incômodo interno no STF (há racha até entre ministros) mostram que o castelo treme. Conservadores, liberais e democratas de direita devem capitalizar: exigir arquivamento definitivo, transparência total sobre Banco Master e freios ao ativismo que transformou o Supremo em ditadura togada.


Não é defesa da democracia censurar. É ditadura judicial. O inquérito provou isso – e a grande mídia, que o apoiou quando convém, agora finge surpresa. Agora, com o fim batendo à porta por medo de atingir os próprios carrascos de Bolsonaro, cabe à direita organizada não deixar que ele renasça com outra cara em 2027. Porque, se não pararmos agora, o “fim do mundo” será para a liberdade de expressão – e para todos nós.









 

O Evangelho segundo o Espiritismo — Cap. XV — Item 3. n 


Consciência individual — eis o oráculo do bom senso ante a justiça inseduzível de Deus. 


Não nos satisfaça atender simplesmente aos nossos deveres, porém, que abracemos espontaneamente a obrigação de cumpri-los com êxito. 


Não descreias de tua força interior. 


Não te sintas incapaz, porque tanto estás habilitado a fazer o mal quanto o bem, lembrando que a chama da vela tanto pode estar aquecendo e iluminando, quanto incendiando e destruindo… 


Sobre a ênfase das palavras cativantes, avança além dos lugares-comuns em torno da beneficência, praticando-a com a precisa fidelidade a ti mesmo. 


As Leis do Criador, imutáveis desde o passado sem início até o futuro sem fim, prescrevem o clima do auxílio mútuo por ambiente ideal das almas em qualquer páramo do Universo. Quem beneficia recebe o maior quinhão do benefício. 


Todo supérfluo é retido nos laços do egoísmo ou da ignorância.

 

Reconheçamos que muita gente renasce de novo para passar a limpo a garatuja dos próprios atos. 


Depende de cada um fazer das nuvens de provações, chuvas benfeitoras da vida ou raios destruidores de morte. 


Não basta rogar sem os méritos do trabalho pessoal, porquanto ninguém transforma as mãos implorantes em gazuas para abrir as portas dos celeiros espirituais. 


As lágrimas tanto conseguem exprimir orações quanto blasfêmias. O silêncio na tarefa mais apagada surge sempre muito mais expressivo que o queixume na inutilidade brilhante.


O raciocínio descobre a vizinhança entre a fé e o entendimento e a distância entre a fé e o fanatismo. 


Os homens não são fantoches do destino e sim construtores dele.


Arma-te de confiança e sai de ti mesmo, servindo às vidas em derredor. 


O amor é o coração do Evangelho e o espírito do Espiritismo chama-se caridade. 


André Luiz 

Livro: Opinião espírita Atores Espirituais: Emmanuel / André Luiz 

Médium: Chico Xavier 


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus. 

YouTube: @mariamaedejesusne 



 
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