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Por Robérico Silva de Oliveira – Psicanalista Clínico, Pós-Graduado em Psicologia Clínica, Teólogo, Gestor em Teologia, Bacharel em Administração, Pós-Graduado em Ciências Políticas, Radialista Profissional RPR/BA 3204, Jornalista Profissional MTE/RJ 45005.


Nascido em Alexandropol, na Rússia (atual Gyumri, Armênia), por volta de 1877, George Ivanovich Gurdjieff foi um importante pensador, filósofo e estudioso do desenvolvimento humano. Desde jovem, demonstrou grande interesse por temas ligados à psicologia, espiritualidade e religiosidade, tendo sido influenciado, entre outros, por seu pai e pelo convívio com líderes religiosos.


Ao longo de sua vida, Gurdjieff ensinou em cidades como São Petersburgo e Paris, desenvolvendo uma abordagem voltada ao autoconhecimento profundo e ao despertar da consciência. Faleceu em 29 de outubro de 1949, em Neuilly-sur-Seine, na França.


Entre suas obras mais conhecidas está o livro Encontro com Homens Notáveis, no qual relata experiências e encontros que marcaram sua trajetória, convidando o leitor à reflexão sobre as influências que moldam a vida.


A importância do autoconhecimento


Gurdjieff defendia que uma vida de qualidade está diretamente ligada à consciência de si mesmo. Em outras palavras, viver bem exige compreender:


. O que queremos em cada momento


. O que realmente tem valor em nossa vida


. Como nossas atitudes impactam nosso caminho


A frase a ele atribuída resume bem essa visão:


“Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que realmente vale como principal.”


Inspiradas nesse pensamento, circulam 20 regras de vida que, embora não sejam formalmente comprovadas como autoria direta de Gurdjieff, refletem princípios coerentes com sua filosofia.


20 regras para viver com mais consciência


A seguir, apresentamos essas orientações em linguagem clara e organizada:


1. Faça pausas conscientes


Reserve pequenos intervalos ao longo do dia para refletir sobre suas atitudes e seu estado interior.


2. Aprenda a dizer “não”


Negar pedidos quando necessário não é egoísmo, mas cuidado consigo mesmo.


3. Planeje, mas seja flexível


Organize seu dia, porém aceite que nem tudo está sob seu controle.


4. Foque em uma tarefa por vez


A multitarefa excessiva gera cansaço e reduz a qualidade do que é feito.


5. Abandone a ideia de ser indispensável


O mundo continua sem você — cuide de si com essa consciência.


6. Não carregue a felicidade dos outros


Você não é responsável por satisfazer todos ao seu redor.


7. Saiba pedir ajuda


Reconhecer limites é sinal de maturidade.


8. Diferencie o real do imaginário


Evite gastar energia com problemas que só existem na mente.


9. Valorize os pequenos prazeres


Dormir, comer e cuidar de si são experiências simples, mas essenciais.


10. Não absorva a ansiedade alheia


Dê tempo antes de reagir a situações carregadas de tensão.


11. Preserve sua identidade


A família é parte da sua vida, mas não define quem você é.


12. Evite rigidez excessiva


Convicções inflexíveis podem impedir crescimento e mudança.


13. Cultive relações de confiança


Tenha alguém com quem possa falar abertamente.


14. Saiba a hora de sair


Retirar-se com discrição também é uma forma de sabedoria.


15. Ignore críticas destrutivas


Não se prenda ao que falam negativamente; analise com equilíbrio.


16. Cuidado com a competição constante


Competir o tempo todo pode levar ao esgotamento.


17. Prefira firmeza à rigidez


Ser firme é diferente de ser inflexível.


18. Valorize momentos de prazer


Experiências positivas podem restaurar sua energia de forma profunda.


19. Cultive três forças essenciais


Intuição, inocência e fé são pilares importantes da vida interior.


20. Assuma a responsabilidade por quem você é


Você se torna aquilo que constrói diariamente.


Conclusão


Mais do que regras, esses princípios funcionam como convites à reflexão. Eles apontam para um caminho de maior consciência, equilíbrio emocional e liberdade interior — aspectos centrais no pensamento de Gurdjieff.


Independentemente da origem exata dessas orientações, o mais importante é a prática: pequenas mudanças no cotidiano podem gerar transformações significativas ao longo do tempo.

No fim, permanece a ideia essencial:


viver bem não é apenas existir — é estar consciente de si, das escolhas e do próprio caminho.



 

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


LEIAM O POST DE UM BRASILEIRO QUE MORA HÁ DEZ ANOS NO CANADÁ

 

Ele reflete a realidade de um país americano que está sob forte influência da China no sentido de desarmar os canadenses.

 

Moro no Canada a 10 anos.


Moro em Vancouver, British Columbia, uma das províncias mais de esquerda que vocês possam imaginar.

 

Mesmo com uma inclinação natural à esquerda, a cultura de armas de fogo e caça ainda são muito fortes aqui.

 

Tirei minha licença de armas de fogo ano passado. O processo eh burocrático, mas bastante objetivo: se vc cumprir os requisitos eh quase impossível ter sua licença negada.

 

Quando cheguei aqui as coisas eram bem mais livres.

 

Era possível ter pistolas e rifles de vários calibres com ação semiautomática.

 

Em 2020 o fdp do Trudeau baniu armas curtas (pistolas e revolveres) depois de um massacre na província de Nova Scotia.

 

O atirador não tinha licença para armas de fogo, e as armas usadas nunca foram legais, foram contrabandeadas ilegalmente dos USA. Mas quem liga pra detalhes, ne?

 

A comunidade se fortaleceu bastante e a resistência começou a aumentar muito quando as pessoas perceberam que o governo estava banindo armas só por capital político em vez de se basearem em ciência de segurança pública.

 

A desobediência civil eh aberta e direta.

 

Mais de 90% das associações de policiais se negam a participar e se posicionam veementemente contra o programa.

 

Agora a grande polêmica eh o possível banimento do fuzil SKS.


Esse rifle eh extremamente popular entre as comicidades indígenas para caça.

 

Eh um rifle barato, com munição barata e nunca falha nas temperaturas superbaixas do Norte do país.

 

O governo canadense está sob influência direta da China, e obviamente querem desarmar todo mundo.

 

Eu duvido que consigam, mas estão tentando fortemente.

 

Só a mudança de governo pode mudar isso.

 

Infelizmente por causa do Trump nos USA, o Canada se moveu ainda mais à esquerda pra mostrar que são contrárias as políticas americanas… então não temos esperança de sair desse inferno Liberal até 2029.

 

Deus nos dê força 🙏



 

RIBAMAR VIEGAS - ESCRITOR LUDOVICENSE


Durante a festinha de comemoração da justa aposentadoria do metalúrgico Florisvaldo Pinheiro, Seu Flor, como era conhecido, a conversa era uma só: se ele, dispondo de tão pouco tempo (trabalhava em sistema de turno) para Dona Santinha, a esposa, eles viviam às mil maravilhas, doravante, então, que ele teria todo tempo disponível só para ela, a vida dos dois seria aquele mar de rosas! 


          Só que a coisa não foi bem assim.


          Os primeiros dias de “coçação” até que o recém-aposentado tirou de letra, dedicando-se aos afazeres da casa. Pintou, retocou, limpou, tirou goteiras e ainda dava uma mãozinha na cozinha. Dona Santinha era só satisfação:


          ─ Flor, você pode compor a mesa para o almoço?


          ─ Claro, Santinha, claro!


          ─ Flor, eu lavo os pratos e você enxuga, certo?


          ─ Certo!


          Passados quatro meses de aposentado, o tédio da ociosidade deu um empurrãozinho e Seu Flor passou a sair de casa após o café da manhã e só voltar na hora do almoço. Dona Santinha deu os primeiros sinais de preocupação com o marido.


           ─ Flor, pode me dizer onde você está indo todas as manhãs até esta hora?


          ─ Na venda do Mundico, rolar um dominozinho para matar o tempo, mulher, só isso.


          Já se fazia notar, até pelo bafo, que, entre um passe e uma batida no dominó, o novo aposentado estava bochechando umas e outras, daí a preocupação da esposa.


          Com seis meses de aposentado, Seu Flor já era figura imprescindível nos meios “birísticos” do bairro onde morava. Era boa paga. Portanto, tinha cadeira cativa nas mesas de dominó em todos os botecos do lugar.


          Dona Santinha já não era mais a mesma:


          − Flor, será que já não é hora de você dar um basta nesse dominó? Ontem você não almoçou e nem jantou por causa desse maldito jogo!


− Quem? Eu? Foi? Pois vou comprar um peixe para fazer uma moqueca e tirar a forra no almoço de hoje!


          Com esse propósito, o aposentado Flor saiu de casa pela manhã e só se lembrou do peixe às seis da tarde, quando ouviu a voz de um menino ecoar no boteco de Mundico:


          − Olha o peixe! Olha o peixe! Só tem esse! Quem vai querer essa beleza?


          ─ Quanto custa? – perguntou Seu Flor, após rolar uma bucha de quadra e jogar mais uma cachaça goela abaixo.


          ─ Cinquenta reais – respondeu o garoto, exibindo o belo peixe.


          ─ Tome o dinheiro, embrulhe o peixe e pode deixar aí no balcão.


          Já passava das oito da noite quando Seu Flor, de cara cheia, chegou à casa, com o peixe debaixo do braço, embrulhado num jornal.


          Dona Santinha já não fazia jus ao nome:


          ─ Bonito! Muito bonito! Depois de velho, irresponsável e mentiroso!


          ─ Alto lá! Mentiroso, não! Saí para comprar peixe e tá aqui o peixe – retrucou o ex-metalúrgico, entregando o embrulho à mulher.


         Ele não andou três passos em direção ao banheiro e viu o peixe espatifar-se contra a parede à sua frente.


          ─ Esse peixe, seu cachaceiro, só quem come é você e seus parceiros de dominó! ─ berrou a pobre mulher, desapontada.


          Só aí Seu Flor se tocou que trouxera para casa um peixe de gesso. Desses que só servem para enfeitar parede.


          Com pouco mais de um ano de aposentado, o jogo de dominó regado a pinga no boteco de Mundico  tornara-se uma obsessão no cotidiano de Seu Flor. E as brigas do casal também viraram rotina.


          Até que, ao completar dois anos da aposentadoria de Seu Flor, aquele que fora bom marido, bom pai e bom avô saiu de casa pela manhã, dessa feita para pagar as contas de água e luz e, como de costume, caiu no dominó. Passava da meia noite quando ele cedeu aos insistentes convites  dos parceiros de jogo e, pela primeira vez, foi parar num puteiro. Lá conheceu Zumira a quem, intuitivamente, apelidara de ás de branco, correlacionando uma vista perdida da prostituta com a pedra do dominó. Gostou tanto da cabrocha que só voltou para casa à tarde do dia seguinte, sem dinheiro, sem pagar as contas de água e luz e numa ressaca memorável. 


          Dona Santinha, que já era o próprio capeta em figura de gente, colocou a mala de Seu Flor fora da casa e apelou para tudo ou nada:


          ─ Seu cachaceiro, cretino, sem vergonha! Pra mim chega! Agora você decide! Ou eu ou esse maldito dominó!?


          ─ Para o desapontamento maior da pobre mulher, Seu Flor pegou a mala e respondeu sem titubear:


         − O dominó!!



 
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