
Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para com o Senhor.
Só o Espírito possui eternidade.
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Distanciar-se do partidarismo extremado.
Paixão em campo, sombra em torno.
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Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política, nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.
O despistamento favorece a dominação do mal.
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Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.
O discernimento é caminho para o acerto.
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Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.
O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.
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Não comerciar com o voto dos companheiros de ideal, sobre quem a sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.
A fé nunca será produto para mercado humano.
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Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.
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Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial.
A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana.
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“Nenhum servo pode servir a dois senhores.”
Jesus. (Lucas, capítulo 16, versículo 13.)
Do livro: Conduta Espírita
Por: Chico Xavier / Waldo Vieira / André Luiz







Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Pensativo no silêncio do tempo
Deitado na solidão do prazer
Perdidos nos sonhos de cada dia
Esquecido no âmago do meu ser.
Nas ásperas palavras pronunciadas
Nos tristes gestos de sofrimento
Nas lágrimas de um fraco olhar
No desentender do entendimento.
Na melancolia da canção esquecida
Na barreira entre o sorriso e a dor
Nas lembranças remotas do passado
Da ilusão esculpida pelo amor.
O destino que acorrenta os desejos
A luva que pressiona uma mão
O dia que se afoga na noite
Os erros que superam a razão.








Por CARLOS AROUCK
FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
Neste período final decisivo das eleições, os adeptos do Partido dos Trabalhadores fabricam e espalham notícias falsas mais do que nunca. Não se trata de acidente ou de militância solta. É uma prática recorrente que o próprio Lula já descreveu ao longo dos anos como ferramenta de mobilização e de narrativa. O método permanece o mesmo: inventar propostas inexistentes para o adversário, atribuir intenções absurdas e fazer circular a mentira até ela se tornar verdade na cabeça de quem não verifica.
Nos últimos dias, circularam afirmações inventadas sobre Flávio Bolsonaro que não encontram qualquer base em propostas ou declarações oficiais. Mentem descaradamente. Inventam que Flávio vai tirar o direito da mulher votar, que vai acabar com o SUS, vai matar homossexuais, vai cortar o Bolsa Família, abaixar o salário mínimo. Todas essas alegações são falsas. Não existe projeto, fala ou documento que sustente qualquer uma delas. Mesmo assim, as fakenews se espalharam em redes e perfis ligados ao entorno petista na tentativa desesperada de obter votos a qualquer custo.
O Tribunal Superior Eleitoral determinou a remoção de publicações do próprio Lula, da primeira dama Janja, de André Janones e de Lindbergh Farias que atribuíam a adversários propostas inexistentes, entre elas o fim do SUS e o fim do Bolsa Família. O mesmo padrão apareceu dentro da máquina pública. O servidor concursado Georges Marques, coordenador geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação da Presidência, republicou mensagens falsas e chegou a orientar que as pessoas continuassem espalhando a informação mesmo após retratações. A Justiça Eleitoral do Distrito Federal proibiu o servidor de fazer postagens político-eleitorais até o fim do segundo turno.
Reportagens recentes da revista Veja apresentaram áudios e documentos atribuídos a Daniel Vorcaro, preso por fraude no Banco Master. Segundo o material, Vorcaro teria negociado o pagamento de cerca de trinta milhões de reais em espécie ao Instituto Lula, gerido por Paulo Okamotto, e para o documentário de Oliver Stone sobre Lula. A intermediação envolveria João Vaccari Neto e operadores ligados a Alexandre Padilha. A meta seria acessar bilhões de reais de fundos de pensão de servidores federais. Vorcaro descreve o pagamento no caso de Lula como irregular. O governo e a Polícia Federal negam que o depoimento tenha ocorrido nesses termos e tratam o conteúdo como falso. O padrão de resposta do entorno petista se repete. Quando a informação desagrada, ela vira farsa; quando serve à narrativa, ela circula livremente.
A esquerda produz desinformação, a distribui e depois acusa quem aponta o fato. Lula conhece o mecanismo e o utiliza. Quem vê a criação e a disseminação dessas notícias falsas por meio e propaganda eleitoral irregular deve guardar prints com data, horário e link e denunciar nos canais da Justiça Eleitoral, como o SIADE ( https://www.tse.jus.br/eleicoes/sistema-de-alertas ) e o aplicativo Pardal (Clique e baixe o app: iOS / Android ). A mentira não se sustenta sozinha. Ela depende de quem a fabrica e de quem a deixa passar.


























