- há 1 hora

“Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.” — JESUS (Jo 14:15)
“O Espiritismo vem realizar, na época prevista, as promessas do Cristo. Entretanto, não o pode fazer sem destruir os abusos.”
Todas as religiões sustentam claustros ou discriminações, a pretexto de se resguardarem contra o vício.
A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião do pensamento reto.
Todavia, se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, convocados a servir no mundo, desertarmos do concurso aos semelhantes, a título de suposta humildade ou por temor de preconceitos, acabaremos inúteis, nos círculos fechados da virtude da superfície.
Todas as religiões, de um modo ou de outro, alimentam representantes e ministérios remunerados.
A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião da assistência gratuita.
No entanto, se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, fugirmos de agir, viver e aprender à custa do esforço próprio, incentivando tarefeiros pagos e cooperações financiadas, cairemos, sem perceber, nas sombras do profissionalismo religioso.
Todas as religiões são credoras de profundo respeito e de imensa gratidão pelos serviços que prestam à Humanidade.
Nós, porém, os espíritas encarnados e desencarnados, não podemos esquecer que somos chamados a reviver o Cristianismo puro, a fim de que as leis do Bem Eterno funcionem na responsabilidade de cada consciência.
Exortou-nos o Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.” (Jo 13:34)
E prometeu: “Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres.” (Jo 8:32)
Proclamou Kardec: “Fora da caridade não há salvação.” () E esclareceu: “Fé verdadeira é aquela que pode encarar a razão face à face.”
Isso quer dizer que sem amor não haverá luz no caminho e que sem caridade não existirá tranquilidade para ninguém, mas estes mesmos enunciados significam igualmente que sem justiça e sem lógica, os nossos melhores sentimentos podem transfigurar-se em meros caprichos do coração.
Autor Espiritual: Emmanuel
Psicografia: Chico Xavier
Livro da Esperança
Reformador, outubro de 1962, p. 223
Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus.
YouTube: @mariamaedejesusne






- há 1 dia

JUNCAL
Essa obra é fruto da imaginação. Qualquer referência a pessoas reais não é verdadeira, apenas um retrato de fatos e eventos fictícios.
De volta à Terra de Bananas, encontramos um pavoroso contraste: as figuras do Reino de Araque e os participantes que vivem e respiram no “PALÁCIO DE CRISTAL” sempre tramando.
O grande “PALÁCIO DE CRISTAL”, onde a grande maioria de BANANENSES, sofria com os mandos e desmandos dessa corte fantasiosa, além de penarem com o REINO DE ARAQUE a DAMA DO ABUSO e a PENCA DE CUPINCHAS, que usavam e abusavam do DINDIM dos BANANENSES!
Era triste a vida dos cidadãos dessa terrinha e com tudo acontecendo, não tinham onde recorrer, pois como foi dito o “PALÁCIO DE CRISTAL” só se preocupava com o próprio umbigo, das esposas, familiares e alguns amigos do REINO DE ARAQUE, onde os corruPTos tinham passe livre.
Histórias dos deuses do “PALÁCIO DE CRISTAL”, eram inúmeras e tão estranho os troços que aconteciam, que até o DIVINO duvidava, pois os indivíduos de capas se julgavam DEUSES Partindo dessa sacanagem, se julgam acima de todos e fazem acontecer de acordo com seus ideais, pois não existe quem os detenham. Quem poderia dar uma basta tem o rabo preso e como cachorrinho, faz tudo que seus mestres mandam.
Vamos narrar alguns fatos, como o do XAROPE, que é todo liso e brilhoso, que consegue prender com penas altíssimas, mães idosas e jovens, além de senhores, que em manifestações pela liberdade de imprensa, contra o REI DE ARAQUE, e o PALÁCIO DE CRISTAL, pagam xadrez e quando aparecia uma pena menor vinha as famosas sapatilhas computacionais e tudo por posições contrarias ao sistema de TERRA DE BANANAS.

TERRA DE BANANAS DE CABEÇA PARA BAIXO
Como se não bastasse, mais recentemente XAROPE se vê envolvido em mais um escândalo juntamente com sua companheira, em um convênio com uma instituição cambiária, envolvida até o talo com embuste, que prometia mais que outras instituições além de mais casos obtusos. Por incrível que pareça a companheira de XAROPE tem um convênio com valores astronômicos de mais de 100 milhões de PENCAS, por uns poucos anos, recebendo mais de 3 milhões de PENCAS por mês, até ser descoberto o compromisso e o engraçado a dita nunca atuou em um misero caso da instituição da em questão.
Tudo posto! Mas nem uma palavra e nem uma ação contra esse golpe vergonhoso e escandaloso, que nenhum outro escritório de defensores da lei, sonharam em receber, pois está fora da realidade do sistema universal. Mas que o ENFORCADO se dispôs a pagar só pelo fato do companheirismo entre a dama e o XAROPE, além de umas baforadas na residência do ENFORCADO.
XAROPINHO, como está sendo visto hoje, está com o c. na mão, pois o bicho está pegando cada vez mais e ele se vê cada vez mais sem apoio, em pleno desespero, pois a cada dia ele enxerga um impedimento chegando e ele tem muito a pagar por diversos pecados e crimes, acumulados por anos e anos, como um deus BANANENSE à beira da ruína.
XAROPINHO, o seu dia vai chegar!
Tudo isso e ainda a história da instituição (que um dia fora referência para os BANANENSES) cada vez mais fedendo e agora com os AGENTES ESPECIAIS, que largaram de mão o PALÁCIO DE CRISTAL e buscam pela legalidade e justiça.
Vamos entrar com mais detalhes e com outros participantes desse clube fechado, onde é “um por todos e todos por um”! A máscara está caindo em TERRA DE BANANAS, e todos aguardando quem vai fechar a porta.







Por CARLOS AROUCK
FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
A escola de samba Acadêmicos de Niterói levou à Marquês de Sapucaí um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval de 2026, abrindo os desfiles do Grupo Especial no Rio de Janeiro. Com o título “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a apresentação destacou a trajetória política do presidente, com alegorias e referências à sua origem operária.
Lula assistiu ao desfile de um camarote ao lado da primeira dama Janja, do vice presidente Geraldo Alckmin e de ministros. Em determinado momento, desceu para cumprimentar integrantes da comissão de frente. O samba enredo também incluiu críticas a setores conservadores, evangélicos e ao agronegócio, o que ampliou a repercussão política do desfile.
Partidos de oposição, como o Partido Liberal e o idPartido Novo, apresentaram representações ao Tribunal Superior Eleitoral, à Procuradoria Geral da República e ao Tribunal de Contas da União. As ações questionam possível propaganda eleitoral antecipada e eventual uso indevido de recursos públicos. O TSE rejeitou pedidos liminares antes do desfile, mas autorizou a continuidade da coleta de provas.
O governo federal negou interferência no conteúdo do enredo. Ainda assim, a participação de integrantes do governo no processo preparatório foi apontada por opositores. A primeira dama e a ministra Anielle Franco visitaram ensaios da escola, e o presidente da agremiação esteve no Palácio do Planalto em 2025. Segundo dados divulgados pela própria escola, o desfile contou com cerca de 9,6 milhões de reais em patrocínios públicos, incluindo repasses da Embratur e de administrações locais.
Na apuração, a Acadêmicos de Niterói terminou na última colocação do Grupo Especial, com 264,6 pontos, e foi rebaixada para a Série Ouro. O resultado ampliou o debate nas redes sociais e no meio político. Integrantes do governo atribuíram parte da repercussão negativa à mobilização digital de opositores, enquanto aliados classificaram as críticas como politização do Carnaval.
O desfile também provocou manifestações de lideranças conservadoras e religiosas. A ex primeira dama Michelle Bolsonaro, a senadora Damares Alves e o senador Flávio Bolsonaro criticaram o conteúdo apresentado na avenida. Parlamentares ligados à bancada evangélica afirmaram que houve desrespeito a valores religiosos.
Nos bastidores, agendas oficiais registraram reuniões em outubro de 2025 entre representantes da escola e a ministra Gleisi Hoffmann, com participação do deputado Lindbergh Farias. Os encontros ocorreram antes do anúncio público do enredo e são citados em ações judiciais como indício de proximidade entre a agremiação e o governo.
Especialistas em direito eleitoral divergem sobre a caracterização de irregularidades. Parte avalia que a homenagem pode ser enquadrada como manifestação cultural, enquanto outros apontam possível promoção pessoal em período pré eleitoral. As investigações devem avançar ao longo do ano.
O episódio evidencia a crescente interseção entre Carnaval e disputa política no país, com desdobramentos que ultrapassam o âmbito cultural e chegam às instituições eleitorais e ao debate público nacional.

























