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Na reunião de 31 de outubro de 1939, no Grupo Espírita “Luis Gonzaga”, de Pedro Leopoldo, um amigo do plano espiritual lembrou aos seus componentes a discussão de temas doutrinários, por meio de perguntas nossas à entidade de Emmanuel, a fim de ampliar-se à esfera dos nossos conhecimentos.


Consultado sobre o assunto, o Espírito Emmanuel estabeleceu um programa de trabalhos a ser executado pelo nosso esforço, que foi iniciado pelas duas questões seguintes:


– Apresentando o Espiritismo, na sua feição de Consolador prometido pelo Cristo, três aspectos diferentes: científico, filosófico e religioso, qual desses aspectos é o maior? 


Resposta: - Podemos tomar o Espiritismo, simbolizado desse modo, como um triângulo de forças espirituais. A Ciência e a Filosofia vinculam à Terra essa figura simbólica, porém, a Religião é o ângulo divino que a liga ao céu.



No seu aspecto científico e filosófico, a doutrina será sempre um campo nobre de investigações humanas, como outros movimentos coletivos, de natureza intelectual, que visam o aperfeiçoamento da Humanidade.


No aspecto religioso, todavia, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro espiritual.


– A fim de intensificar os nossos conhecimentos, relativamente ao tríplice aspecto do Espiritismo, poderemos continuar com as nossas indagações? 


Resposta: - Podemos perguntar, sem que possamos nutrir a pretensão de vos responder com as soluções definitivas, embora cooperemos convosco com a maior boa vontade.


Aliás, é pelo amparo recíproco que alcançaremos as expressões mais altas dos valores intelectivos e sentimentais. Além do túmulo, o Espírito desencarnado não encontra os milagres da sabedoria, e as novas realidades do plano imortalista transcendem aos quadros do conhecimento contemporâneo, conservando -se numa esfera quase inacessível às cogitações humana, em face da ausência de comparações analógicas, único meio de impressão na tábua de valores restritos da mente humana.


Além do mais, ainda nos encontramos num plano evolutivo, sem que possamos trazer ao vosso círculo de aprendizado as últimas equações, nesse ou naquele setor de investigação e de análise. É por essa razão que somente poderemos cooperar convosco sem a presunção da palavra derradeira.


Considerada a nossa contribuição nesse conceito indispensável de relatividade, buscaremos concorrer com a nossa modesta parcela de experiência, sem nos determos no exame técnico  das questões científicas, ou  no objeto das polêmicas da Filosofia e das religiões, sobejamente movimentados nos bastidores da opinião, para considerarmos tão somente a luz espiritual que se irradia de todas as coisas e o ascendente místico de todas as atividades do espírito humano dentro de sua abençoada escola terrestre, sob a proteção misericordiosa de Deus. 


Considerações: As questões apresentadas foram as mais diversas e numerosas.


Todos os componentes do Grupo, bem como outros amigos espiritistas de diferentes pontos, cooperaram no acervo das perguntas, ora manifestando as suas necessidades de esclarecimento íntimo, no estudo do Evangelho, ora interessados em assuntos novos que as respostas de Emmanuel suscitavam.


Em seguida, o autor espiritual selecionou as questões, deu-lhes uma ordem, catalogou-as em cada assunto particularizado, e eis aí o novo livro.


Que as palavras sábias e consoladoras de Emmanuel proporcionem a todos os companheiros de doutrina o mesmo bem espiritual que nos fizeram, são os votos dos modestos trabalhadores do Grupo Espírita “Luis Gonzaga”, de Pedro Leopoldo, Minas Gerais.


Pedro Leopoldo, 8 de março de 1940.


Livro: O Consolador

Pelo Espírito: Emmanuel

Médium: Chico Xavier


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus


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Por CARLOS AROUCK

FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS


Recente matéria “Aliados históricos apontam fragilidade da Abin e cobram projeto de Lula”, da CartaCapital, apresenta como “cobrança legítima” a frustração de José Genoino, Ricardo Berzoini e José Dirceu com a suposta fragilidade da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Entretanto, o que fica evidente é o oposto: um grupo de caciques petistas tentando preencher o vácuo de poder que o próprio governo Lula criou.

 

O seminário “Inteligência de Estado na democracia”, realizado na última quinta-feira (9), em Brasília, foi organizado pela Intelis, entidade que representa os servidores e oficiais de inteligência da Abin e pela Unipop (Instituto Universidade Popular), organização de formação política e educação popular historicamente alinhada à esquerda.

 

A Intelis atua como representante corporativa dos profissionais da agência, defendendo a carreira, o concurso público e o fortalecimento da inteligência de Estado. Já a Unipop tem perfil de formação militante e promoção de direitos, com forte viés progressista. Juntas, serviram de palco para que ex-dirigentes petistas declarassem que “o Brasil não tem inteligência de Estado”, que a Abin está “no limbo”, sem diretrizes claras da Casa Civil, e cobrassem um projeto estratégico do presidente.

 

O que esse grupo esperava, ao tirar a Abin do GSI (com forte presença militar) e colocá-la sob a Casa Civil, logo no início do mandato, era um comando político firme, ou seja, alinhado ao projeto do PT. Em vez disso, encontraram um órgão órfão, sem liderança efetiva na Casa Civil, com orçamento modesto, R$ 933 milhões em 2026, dos quais apenas R$ 81 milhões, menos de 10%, destinados às atividades-fim de informação e inteligência, sendo o restante majoritariamente comprometido com pensões e sem as orientações que imaginavam receber.

 

O artigo de Barrocal dramatiza os números e repete o mantra da “visão de inimigo interno” herdada da ditadura, elogiando indiretamente a extinção do GSI por Dilma. O que não se diz é que esse esvaziamento não começou agora. A Abin patina há anos, inclusive nos governos petistas anteriores, porque a inteligência de Estado nunca foi prioridade real quando o poder estava consolidado. O que incomoda, de fato, esses aliados, é a falta de “diretrizes claras” que sirvam ao partido.

 

A agência vive, de fato, momentos delicados. Sob a direção de Luiz Fernando Corrêa, indicado pelo Planalto, enfrentou indiciamentos na PF, atritos com a Polícia Federal, pedidos de afastamento de servidores e descontentamento interno. Relatórios como “Desafios de Inteligência 2026” são produzidos, mas o ruído sugere ausência de comando coerente.


O que o seminário da Intelis e da Unipop propõe, na prática, é trocar uma suposta tutela militar por uma tutela partidária explícita. Querem uma Abin “civil” e forte, mas forte para supostamente servir ao projeto de poder do PT em 2026, não necessariamente ao Estado brasileiro como um todo.


Inteligência de Estado exige profissionalismo, continuidade institucional, recursos bem aplicados e, acima de tudo, imparcialidade. Não se constrói isso com seminários organizados por entidade corporativa dos próprios servidores da Abin em parceria com instituto de formação política de esquerda, nem com cobranças públicas de ex-presidentes do PT, conforme está sendo feito no presente.

 

Os aliados históricos observaram que a Abin está abandonada e foram, eles próprios, deixados de lado pelo governo que ajudaram a reconduzir ao poder. A fragilidade existe. Mas a solução não está em politizá-la ainda mais, sob o disfarce de “reformulação estratégica”. Está em profissionalizá-la, longe de caciques frustrados que hoje cobram o que não souberam construir quando tiveram oportunidade.

 

A Abin continua órfã. Os que se candidatam a novos “pais” já perceberam que o berço está vazio, porque o governo preferiu manter a agência no limbo a assumi-la abertamente como instrumento de poder.



 

Por: Robérico Silva de Oliveira – Teólogo, Gestor em Teologia, Psicanalista Clínico, Pós-graduado em Psicologia Clínica, Bacharel em Administração, Pós-graduado em Ciências Políticas.


Pesquisa analisa a tatuagem como fenômeno biopsicossocial e propõe reflexão sobre identidade, simbolismo e fé


A tatuagem, hoje amplamente associada à estética e à expressão individual, é muito mais do que uma marca na pele. Um estudo interdisciplinar do pesquisador Robérico Silva de Oliveira aponta que a prática envolve dimensões históricas, psicológicas, culturais, sanitárias e até teológicas, sendo compreendida como um fenômeno biopsicossocial complexo.


Segundo o levantamento, a tatuagem acompanha a humanidade desde civilizações antigas, com registros no Egito, Polinésia e entre povos tradicionais, onde era usada em rituais, identidade social e espiritualidade.


Do ponto de vista psicológico, o estudo destaca que tatuagens podem representar memória, pertencimento, elaboração de traumas e construção de identidade. Em algumas abordagens psicanalíticas, a marca no corpo é entendida como uma linguagem simbólica do inconsciente.


Na dimensão da saúde, o artigo chama atenção para questões de biossegurança, como esterilização, pigmentos e riscos dermatológicos, ressaltando a importância de procedimentos seguros e regulamentados.


Debate religioso e simbólico


A pesquisa também aborda o debate cristão sobre tatuagens, frequentemente relacionado a textos bíblicos como levítico e 1 Coríntios. O estudo observa que não há consenso absoluto entre correntes religiosas: enquanto alguns veem restrições teológicas, outros entendem a decisão como questão de consciência e discernimento pessoal.


Outro ponto destacado é o simbolismo das imagens tatuadas. Muitos desenhos e signos carregam significados culturais, espirituais e sociais que nem sempre são conhecidos por quem escolhe tatuar.


Fenômeno social multifacetado


O autor lembra que antigas leituras criminológicas que associavam tatuagens à marginalidade são hoje consideradas superadas e devem ser contextualizadas historicamente.


A conclusão do estudo é que a tatuagem não deve ser vista apenas como escolha estética, mas como prática carregada de sentidos subjetivos e sociais. Para o pesquisador, a decisão de tatuar-se — especialmente em contextos de fé — deve envolver informação, reflexão e consciência.


“Mais do que discutir se é permitido ou proibido, a questão central é compreender o significado da escolha”, sintetiza o estudo.



 
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