
Por: VANÚBIA SANTOS
Administradora, Coach. Especialista
em Desenvolvimento Humano Organizacional.
Administradora da CC&DHO
A BUSCA PELA VERDADEIRA IDENTIDADE
Vivemos em uma sociedade marcada pela rapidez das informações, pela constante exposição nas redes sociais e pela busca incessante por aprovação. Nesse cenário, muitas pessoas acabam construindo sua identidade a partir da opinião alheia, esquecendo-se de que o verdadeiro crescimento começa dentro de si.
O PODER DO AUTOCONHECIMENTO
Conhecer a si mesmo é uma das experiências mais transformadoras que um ser humano pode viver. O autoconhecimento permite reconhecer virtudes, limitações, medos e potencialidades, tornando possível desenvolver uma vida mais equilibrada e consciente. Mais do que uma jornada emocional, trata-se também de um processo de fortalecimento espiritual, que conduz à cura interior e ao amadurecimento.
LIBERDADE EM RELAÇÃO À OPINIÃO DOS OUTROS
Quando uma pessoa compreende quem é e quais são seus valores, torna-se menos vulnerável às críticas e aos julgamentos. Isso não significa ignorar opiniões construtivas, mas aprender a não permitir que palavras negativas determinem sua autoestima ou seu propósito de vida. A segurança interior nasce da consciência da própria identidade e da convicção de que nosso valor não depende da aprovação das pessoas.
A ESPIRITUALIDADE COMO FONTE DE CURA
A espiritualidade desempenha um papel fundamental nesse processo. Para aqueles que depositam sua fé em Deus, o autoconhecimento também representa uma oportunidade de compreender o propósito divino para a própria vida. É nesse encontro entre a fé e o conhecimento de si mesmo que muitas feridas emocionais encontram espaço para cicatrizar, dando lugar à paz, ao perdão e à esperança.
OS DESAFIOS DA SOCIEDADE MODERNA
Infelizmente, muitas pessoas vivem aprisionadas pelo medo da rejeição, pelas comparações e pelas expectativas impostas pela sociedade. Essa realidade gera sofrimento, ansiedade e uma constante sensação de insuficiência. Romper esse ciclo exige coragem para olhar para dentro, reconhecer as próprias fragilidades e permitir que elas sejam transformadas em aprendizado e crescimento.
A VERDADEIRA LIBERDADE INTERIOR
A verdadeira liberdade começa quando deixamos de viver para agradar aos outros e passamos a viver de acordo com nossos princípios e valores. O autoconhecimento fortalece a mente, equilibra as emoções e alimenta a espiritualidade, tornando-nos mais preparados para enfrentar os desafios da vida com serenidade e confiança.
Conclusão: uma jornada para toda a vida
Conhecer a si mesmo não é um destino, mas uma caminhada contínua. É um convite diário para crescer, amadurecer e viver com autenticidade. Afinal, quem encontra sua verdadeira identidade não precisa provar seu valor ao mundo, porque já descobriu, no silêncio do próprio coração e na presença de Deus, quem realmente é.
"Quem conhece a si mesmo fortalece a alma, encontra paz no coração e descobre, em Deus, a verdadeira razão para viver."







- há 5 horas

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
Um Senador na República Federativa do Brasil é eleito pelo voto popular para representar os interesses do Estado federativo qual se comprometeu.
Também para contribuir no processo legislativo, propondo leis, discutindo e votando leis, às quais e caso aprovadas e sancionadas pelo Chefe da função Executiva Federal passarão a integrar o Ordenamento Jurídico pátrio. Qual seja, nosso sistema e repertório legislativo.
Um Senador (escrito com S maiúsculo) também exerce a função de fiscalização de tudo aquilo que diga respeito à máquina administrativa federal, inclusive o orçamento da União.
Porém, um Senador (igualmente escrito com S maiúsculo) tem o primacial dever de respeitar e sobretudo defender valores e princípios que orientam a vida dos cidadãos e nesses princípios e valores, temos as chamadas públicas liberdades cidadãs.

Públicas liberdades cidadãs!
Guardem bem isso.
Públicas liberdades cidadãs tais como direito à vida, propriedade, trabalho e livre iniciativa, liberdade de ir, de vir, de estar e de permanecer, liberdade de pensamento e de manifestação do pensamento, liberdade de escolha e de autonomia quanto as pessoais opções quanto a decidir sobre a própria saúde, seu próprio corpo e daquilo que entra e sai dele.
Liberdade de decidir quanto às escolhas referentes à sua própria herança genética e sadio legado hereditário deixado às futuras gerações, inclusive.
Valores e princípios - públicas liberdades cidadãs, que foram continuamente solapadas durante a longa e negra noite que se pode dizer da Pandemia do Covid-19 e, nesse interim, alguns dos representantes eleitos pelo povo para defender as públicas liberdades cidadãs preferiram se calar e, pasmem, mesmo até aderir voluntariamente ou apenas por razões de circunstancial conveniência política à grotesca máquina de opressão e de censura aplicada sobre aqueles que ousaram dizer um sonoro NÃO a todo aquele dantesco estado de coisas que iam desde às pressões por inoculação forçada com fármacos experimentais (também chamados de "vacinas").
Sobre gente que optou por dizer um sonoro NÃO à política e às ações de lockdown implementadas por governadores como José Renato Casagrande, com ajuda de um cubano - então Secretário de Saúde, do qual não se sabe o atual paradeiro e sobre o qual nunca mais se ouviu falar.
Mas afinal de contas, o que foi feito do tal "cubano" que recebeu do governador José Renato Casagrande o poder da caneta para governar a vida dos capixabas durante a Pandemia do Covid-19?
Enquanto cidadãos que trabalham nas áreas da saúde, da educação e de outros serviços públicos eram constrangidos (e coagidos) a serem inoculados com uma ou mais doses de fármacos experimentais (também chamados de "vacinas), mesmo sem que se soubesse o que tais experimentos farmacêuticos poderiam fazer em seus próprios corpos ou passar aos seus descendentes, outros tinham as portas dos seus comércios fechados sob o truculento tacão de outros servidores públicos e não raro, recebiam novas "visitas" de policiais, de gente com crachá de "agentes de saúde" e, pasmem, até de bombeiros, para que continuassem com as portas baixadas e sem poder trabalhar.
Não é difícil lembrar da vergonhosa cena onde policiais militares saem envergonhados e de cabeça baixa ante às firmes falas de um ambulante (um pipoqueiro) que dependia da sua pequena carrocinha para poder levar o pão para sua família.
Um trabalhador informal que apenas desejava levar o pão à sua família de forma honesta, mas que estava sendo constrangido, coagido e humilhado por agentes fardados a recolher sua corrocinha e "sumir dali"...
Lembram disso?
Tudo como resultado da funesta política de lockdown implementada pelo governo de José Renato Casagrande e seus asseclas.
Asseclas como o tal "cubano" do qual falamos há pouco.
E esse senador - infelizmente eleito por significativa parcela do ludibriado eleitorado capixaba, esteve e permaneceu calado diante disso tudo!
Assim como nunca levantou sua voz em defesa do povo venezuelano vitimado pelas atrocidades de um tirano, tão assim como nunca levantou sua voz em favor dos perseguidos políticos no Estado do Espírito Santo, Fabiano Contarato igualmente permaneceu (e permanece) calado ante a todas às comprovadas violações de direitos humanos e das reiteradas agressões as públicas liberdades cidadãs em nosso Estado durante o famigerado estado de coisas que se abateu sobre o nosso povo.
Foi por oportunística omissão?
Foi por questão de conveniência político-partidária?
Foi por falta de escrúpulos morais e ausência de qualquer compromisso com a promoção e defesa das públicas liberdades cidadãs?
Ou foi apenas por medo de desagradar "Painho" (seu mentor político)?
Ou foi mesmo pela conjugação disso tudo?
Mas esse senador não foi e tampouco é um caso isolado. Ele não é o único.
Ele apenas nos serve como um mau-exemplo e de tudo aquilo que deve ser banido da vida pública e disso somente nos damos conta quando nos debruçamos sobre livre exercício da crítica.
Quando optamos em não encobrir o Sol da verdade com a peneira da hipocrisia, eis que da História ninguém escapa.
Ninguém escapa ao crivo da História!
Sugiro então ao conscientes eleitores capixabas que relembrem fatos, sopesem as consequências e reflitam (muito) quanto às pregressas atitudes ou mesmo quanto à ausência delas (omissão) dos atuais e declarados pretendentes à eleição ou reeleição para cargos e funções públicas a partir do pleito eleitoral de outubro.







- há 1 dia

Verônica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin
Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino
Na semana passada, iniciamos nossa caminhada pela Família Ungí falando de Ewá e Oxumarê, trazendo os mistérios da transformação, do movimento e dos ciclos da vida.
Hoje, seguimos esse caminho encontrando duas forças profundas dessa família: Nanã e Obaluaiê.
Falar de Nanã é falar de ancestralidade.
Falar de Obaluaiê é falar de transformação.

🌿 NANÃ
Nanã é a grande anciã, aquela que carrega a memória dos tempos antigos.
Ligada à terra molhada, à lama e às águas paradas, ela representa o princípio e o retorno. A lama nos lembra que dela nasce a vida e para ela retornamos.
Nanã nos ensina a respeitar o tempo, os mais velhos e os conhecimentos que atravessaram gerações.
Sua força nos lembra que o antigo guarda memória, sabedoria e fundamento.
🌿 OBALUAIÊ
Obaluaiê é o Senhor da Terra, profundamente ligado aos mistérios da doença, da cura e da transformação.
Sua imagem coberta pelas palhas nos lembra que nem tudo precisa ser revelado aos nossos olhos para ser verdadeiro.
Obaluaiê conhece a dor, mas também conhece a superação.
Ele nos ensina que podemos atravessar momentos difíceis e sair deles transformados.
🌿 NANÃ E OBALUAIÊ
Em muitos itans, Nanã aparece como mãe de Obaluaiê.
Uma dessas narrativas conta que, ao nascer, Obaluaiê apresentava o corpo marcado por enfermidades. Nanã o deixou próximo ao mar, onde foi encontrado e cuidado por Iemanjá.
A história fala muito mais do que abandono.
Fala de dor, acolhimento, cuidado e transformação.
Aquele que um dia precisou ser cuidado tornou-se, simbolicamente, senhor dos mistérios da doença e da cura.
E talvez essa seja uma das maiores lições desse itan:
uma ferida não precisa ser o fim da nossa história. Ela também pode se transformar em sabedoria.
🌿 UM EBÓ SIMBÓLICO
Este gesto é apenas uma prática de reflexão e não substitui um ebó ritual orientado dentro do terreiro.
Coloque um pouco de terra limpa em um recipiente e, ao lado, acenda uma vela branca.
Em silêncio, peça sabedoria para aceitar o que precisa terminar e força para receber aquilo que precisa nascer.
Agradeça aos ancestrais e à natureza.
A terra nos ensina:
tudo tem seu tempo de nascer, crescer, transformar-se e retornar.
✨ A LIÇÃO DA SEMANA
Nanã nos ensina a respeitar o tempo.
Obaluaiê nos ensina a respeitar os processos.
Nanã guarda a memória.
Obaluaiê transforma.
E juntos nos lembram que não existe verdadeira renovação sem respeito à ancestralidade.
Talvez aquilo que hoje parece um fim seja apenas uma passagem.
Talvez uma ferida esteja, silenciosamente, preparando uma nova força dentro de você.
Respeite seu tempo. Honre sua ancestralidade. Permita-se transformar.
Seguimos nossa caminhada pela Família Ungí, honrando os saberes que atravessaram gerações e permanecem vivos entre nós.
Àṣẹ! 🌿

























