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Mayrion Álvares da Silva

Estoquista

Instagram: @folhadebrumado


Certa vez um discípulo


Perguntou ao seu mestre:


_ Mestre porque temos que diminuir


Nosso ritmo de vida com o passar do tempo?


E o mestre respondeu:


_ vou lhe dar um exemplo


Usando um burro como referência.


Certo dia um trabalhador rural


Comprou um burro novo


Para os afazeres da sua roça.


E ele gastava 60kg de milho


Toda semana com o burro.


E o animal, todos os dias,


Levava 500kg de mercadorias na carroça,


Quatro vezes por dia,


E muitas vezes ao som do chicote.


Com o passar de alguns anos,


O dono do burro percebeu


Que o animal não se alimentava como antes.


A sua porção diária caiu para 80%.


Mesmo assim, o seu dono


Continuou com a mesma rotina:


Ou seja, 500kg de peso para o burro puxar,


Quatro vezes por dia.


Mais alguns anos se passaram,


E sua porção diária caiu radicalmente;


Dessa vez para 50%.


Entretanto, o seu dono continuou


Com a mesma rotina de sempre.


Porém, dessa vez o burro não aguentou e morreu


Carregando o mesmo peso de quando era mais novo.


Moral da história:


Quando insistimos em fazer coisas


Que a nossa idade não permite,


Sofremos todas as consequências


Porque nosso corpo e organismo não suportam.


O milho representa o que comemos


E bebemos durante toda nossa existência.


E com o passar do tempo,


Somos obrigados a diminuir os excessos.


O peso dos 500kg é tudo aquilo que suportamos carregar


Conforme nossa capacidade física e mental.


O dono do chicote é a nossa própria ignorância,


Por muitas vezes queremos fazer algo


Que não podemos ou não suportamos


Principalmente para agradar aos outros.


E, por fim, o “burro”:


Simplesmente o “burro” é todo aquele


Que insiste a desafiar as leis do tempo


E os limites do corpo.



 
  • há 24 horas

"Que, sendo em forma de Deus não teve por usurpação ser igual a Deus".  - Paulo (Filipenses, 2:6).


  Todos os sofrimentos dos homens, de modo geral, originam-se da pretensão de usurpar o Divino Poder. Orgulho, vaidade, insensatez, egoísmo, perversidade, rebeldia e opressão representam apenas modalidades variadas dessa usurpação indébita.


     A guerra e o seu século pestilencial, a tirania e o instinto revolucionário, as paixões arrasadoras e os desastres espirituais que lhes são consequentes constituem-lhe as obras.


   Na vastíssima paisagem de nossas existências vemos sempre a Misericórdia Divina e a maldade humana, a Bondade Celestial e a desobediência das criaturas... Sempre, o Pai Generoso e os filhos imprevidentes, o Deus Justo e as inteligências caídas e perversas... Doloroso quadro...


     Em tudo, no planeta, a harmonia das leis do Senhor e a discórdia dos homens, a bênção providencial ao céu e a rebeldia terrestre... Por isso mesmo a Humanidade, como aranha gigantesca, encontra-se no milenário labirinto, encarcerada na teia criminosa de suas próprias ações.


     O coração do discípulo fiel ao Evangelho, nos dias que passam, deve revestir-se com a vigorosa couraça da fé viva, porquanto é chamado a trabalhar numa floresta escura, onde a maldade se tornou mais requintada e a sombra mais densa.


    E que guarde, sobretudo, a serenidade confiante do trabalhador, compreendendo a necessidade dos testemunhos e sacrifícios para todos, porque para o aprendiz sincero deve resplandecer o ensinamento Daquele que tendo vindo ao mundo através de anúncios divinos, assinalados por uma estrela brilhante, temido pelas autoridades de seu tempo, que transformou pescadores em apóstolos, que curou leprosos e cegos, e levantou paralíticos de nascença, não quis usurpar o Direito Divino e marchou, um dia, para o monte, a fim de testemunhar a obediência justa ao Senhor Supremo da Vida, no alto de uma cruz, ante o desprezo e ironia de todos.


 REFLETINDO A MENSAGEM:


    Emmanuel nos convida a compreender que a verdadeira grandeza está em aprender a viver em sintonia com a vontade de Deus. Grande parte dos sofrimentos humanos nasce do orgulho e da ilusão de que podemos conduzir a vida apenas segundo nossos interesses, esquecendo-nos das leis divinas.


      Jesus é o exemplo perfeito dessa obediência justa. Embora possuísse toda a autoridade moral, jamais buscou poder ou reconhecimento. Pelo contrário, viveu na humildade, no serviço e no amor, permanecendo fiel ao Pai até o sacrifício na cruz.


   Essa mensagem nos solicita substituir a rebeldia pela confiança, o egoísmo pela caridade e a vaidade pela humildade. Quando aceitamos os desafios da vida com fé e perseverança, compreendendo que cada prova pode ser uma oportunidade de crescimento espiritual, encontramos a verdadeira paz. A obediência a Deus não nos diminui; ela nos liberta e nos aproxima da felicidade que Jesus veio ensinar.


Livro: Segue-me

Autor Espiritual: Emmanuel

Médium: Chico Xavier

Capítulo: Obediência Justa


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus 

Instagram e YouTube: @mariamaedejesusne 

Rua Joana Angélica, 123 Centro - Brumado - Bahia

Se desejar ajudar às nossas obras sociais recebemos doações no endereço acima ou através da chave Pix CNPJ: 59.245.502/0001-25



 

Por: VANÚBIA SANTOS - Administradora, Coach. Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional.  Administradora da CC&DHO.


O trabalho vai muito além de garantir o sustento da casa. Ele representa dignidade, propósito, realização pessoal e a esperança de construir um futuro melhor. Quando o emprego falta, não é apenas a renda que desaparece; muitas vezes, a autoestima, a tranquilidade e a esperança também são profundamente abaladas.

 

O desemprego tem sido um dos maiores desafios enfrentados por inúmeras famílias. As dificuldades financeiras trazem preocupações constantes com alimentação, moradia, educação dos filhos e o pagamento das contas. Esse cenário gera ansiedade, medo e insegurança, afetando diretamente a saúde emocional de todos os membros da família.


Em muitos lares, a pressão causada pela falta de recursos pode provocar conflitos, desgaste nos relacionamentos e, infelizmente, até separações.

 

Casais que antes enfrentavam os desafios unidos podem se ver sobrecarregados pelas preocupações diárias, tornando a convivência cada vez mais difícil.

 

Além dos impactos financeiros e familiares, o desemprego também pode afetar profundamente a saúde mental. Algumas pessoas passam a sentir vergonha, inutilidade, desesperança e isolamento.

 

Em casos mais graves, esses sentimentos podem evoluir para depressão e pensamentos suicidas. Por isso, é essencial que a sociedade esteja atenta aos sinais de sofrimento, oferecendo acolhimento, escuta e incentivo para que ninguém enfrente esse momento sozinho.


Entretanto, mesmo diante de tantas dificuldades, é importante lembrar que o desemprego não define o valor de uma pessoa.

 

Muitos profissionais encontram novas oportunidades, reinventam suas carreiras, empreendem ou descobrem talentos que antes estavam adormecidos.

 

Cada recomeço pode abrir portas para novos caminhos. Como sociedade, podemos fazer a diferença estendendo a mão a quem precisa, compartilhando oportunidades de trabalho, fortalecendo redes de apoio e incentivando aqueles que estão desanimados.

 

Um gesto de solidariedade, uma palavra de esperança ou uma oportunidade podem transformar uma vida.


Para quem tem fé, permanece a certeza de que Deus continua cuidando de Seus filhos, mesmo nos períodos mais difíceis.

 

A esperança, aliada à perseverança e ao apoio mútuo, fortalece o coração para enfrentar os desafios até que novas oportunidades surjam.


O desemprego pode ser um tempo de grandes lutas, mas não precisa ser o fim da esperança.

 

Com união, solidariedade, oportunidades e confiança em dias melhores, muitas histórias podem ser transformadas e recomeços podem acontecer.



 
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