- há 45 minutos

“Tornando-nos recomendáveis em tudo: na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias.” Paulo (II Coríntios, 6:4)
A maioria dos aprendizes do Evangelho não encara seriamente o fundo religioso da vida, senão nas atividades do culto exterior.
Na concepção de muitos bastará frequentar, assíduos, as assembleias da fé e todos os enigmas da alma estarão decifrados, no capítulo das relações com Deus.
Entretanto, os ensinamentos do Cristo apelam para a renovação e aprimoramento individual em todas as circunstâncias.
Que dizer de um homem, aparentemente contrito nos atos públicos da confissão religiosa a que pertence e mergulhado em palavrões no santuário doméstico?
Não são poucos os que se declaram crentes, ao lado da multidão, revelando-se indolentes no trabalho, desesperados na dor, incontinentes na alegria, infiéis nas facilidades e blasfemos nas angústias do coração.
Por que motivo pugnaria Jesus pela formação dos seguidores tão só para ser incensado por eles, durante algumas horas da semana, em genuflexão? Atribuir ao Mestre semelhante propósito seria rebaixar lhe os sublimes princípios.
É indispensável que os aprendizes se tornem recomendáveis em tudo, revelando a excelência das ideias que os alimentam, tanto em casa, quanto nas igrejas, tanto nos serviços comuns, quanto nas vias públicas.
Certo, ninguém precisará viver exclusivamente de mãos postas ou de olhar fixo no firmamento; todavia, não nos esqueçamos de que a gentileza, a boa vontade, a cooperação e a polidez são aspectos divinos da oração viva no apostolado do Cristo.
Do livro Pão Nosso
Chico Xavier / Emmanuel







- há 5 horas

Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Todos nós nos sentimos importantes
Quando somos presença no dia a dia.
A situação começa a entristecer
Quando passamos a ser uma fotografia.
Vivemos buscando no passado
Lembranças que nos trazem alegria.
E sem perceber o tempo passar,
Passamos a ser uma fotografia.
O tempo castiga muitos corpos
Com a mente ainda sadia.
Os olhos manifestam saudosismo
No que retrata uma fotografia.
A vida procura explicar
Com a voz da sabedoria.
Quem vive preso no passado
Iguala-se a uma fotografia.
Sempre expressamos comparações
Para vivermos de fantasia.
Assim, fugimos da realidade;
Porém, nunca de uma fotografia.
O passado retrata o que fomos
O presente? O que somos sem ironia.
Não encontraremos no futuro,
O que ficou em uma fotografia.









CARLA MUNIZ, Administradora, Tecnica em Segurança do Trabalho, Especialista em Eng. de Segurança, Pós Perícia Trabalhista
A atualização da NR-1 trouxe uma mudança importante para as empresas brasileiras: a inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Com isso, a saúde mental passa a ser tratada como um tema estratégico dentro da Segurança e Saúde no Trabalho (SST), exigindo identificação, avaliação e controle dos fatores que possam causar adoecimento psicológico aos trabalhadores.
Os riscos psicossociais estão relacionados à forma como o trabalho é organizado, gerenciado e executado. Entre os principais exemplos estão:
* Sobrecarga de trabalho;
* Metas excessivas ou inalcançáveis;
* Jornadas extensas;
* Assédio moral ou sexual;
* Falta de apoio da liderança;
* Conflitos interpessoais;
* Falhas na comunicação organizacional;
* Falta de reconhecimento profissional;
* Insegurança no emprego;
* Baixa autonomia para execução das atividades.
Do ponto de vista de uma engenheira de segurança do trabalho, essa atualização representa uma evolução significativa na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Afinal, ambientes que geram estresse crônico, ansiedade e esgotamento mental também aumentam a probabilidade de erros operacionais, acidentes e afastamentos.
A atuação da empresa não deve se limitar à aplicação de questionários. É fundamental identificar as causas dos problemas, registrar os riscos no inventário, elaborar planos de ação e monitorar continuamente a eficácia das medidas implementadas.
Mais do que uma exigência legal, a gestão dos riscos psicossociais é uma oportunidade para construir ambientes de trabalho mais saudáveis, produtivos e humanizados. Empresas que investem na saúde mental de seus colaboradores fortalecem sua cultura organizacional, reduzem o absenteísmo e promovem maior engajamento das equipes.
A segurança do trabalho do futuro não cuida apenas do corpo. Ela protege também a mente, reconhecendo que trabalhadores saudáveis produzem mais, trabalham com mais segurança e contribuem para organizações mais sustentáveis.
Empresária Carla Muniz
Ceo da Muniz Consultoria
Ceo da Muniz Medicina do Trabalho
“Promover saúde e segurança é cuidar das pessoas em sua totalidade.”



























