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  • há 19 horas

Irmão X (Humberto de Campos) 


A reunião alcançava a parte final. 


E, na organização mediúnica, Bezerra de Menezes retinha a palavra. 


O benfeitor desencarnado distribuía consolações, quando um companheiro o alvejou com azedume: 


— Bezerra, não concordo com tanta máscara no ambiente espírita. Estou cansado de tartufismo. Falo contra mim mesmo. Posso, acaso, dizer que sou espírita-cristão? 


Vejo-me fustigado por egoísmo e intolerância, avareza e ciúme; cometo desatenções e disparates; reconheço-me freqüentemente caído em maledicência e cobiça; ainda não venci a desconfiança, nem a propensão para ressentir-me; quando menos espero, chafurdo-me nos erros da vaidade e do orgulho; involuntariamente, artículo ofensas contra o próximo; a ambição mora comigo e, por isso, agrido os meus semelhantes com toda a força de minha brutalidade; a crítica, o despeito, a maldade e a imperfeição me seguem constantemente.


Posso declarar-me espírita com tantos defeitos?


O venerável orientador espiritual respondeu, sereno: 


— Eu também, meu amigo, ainda estou em meio de todas essas mazelas e sou espírita-cristão… 


— Como assim? — revidou o consulente agitado. 


— Perfeitamente — concluiu Bezerra, sem alterar-se. 


— Todas essas qualidades negativas ainda me acompanham... Só existe, porém, um ponto, meu caro, que não posso esquecer. É que, antes de ser espírita-cristão, eu fazia força para correr atrás de todas elas e agora, que sou cristão e espírita, faço força para fugir delas todas...


E, sorrindo, concluiu: 


— Como vê, há muita diferença. 


Livro: Momentos de Ouro

Autores: Espíritos Diversos

Médium: Chico Xavier


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus

Instagram: @mariamaedejesusne

Youtube: @mariamaedejesusne



 

Por Robérico Silva de Oliveira – Teólogo, Gestor em Teologia, Psicanalista Clínico, Pós-graduado em Psicologia Clínica, Bacharel em Administração, Pós-graduado em Ciências Políticas, Radialista Profissional RPR/BA 3204, Jornalista MTE/RJ 45005.


Uma celebração cada vez mais superficial?


Todos os anos, a Páscoa chega cercada por cores, doces e campanhas publicitárias que estimulam o consumo. O coelho, os ovos de chocolate e as vitrines decoradas dominam o cenário. No entanto, essa versão moderna da data levanta uma questão importante: será que ainda sabemos o que realmente significa a Páscoa?


A origem que muitos esqueceram


A palavra “Páscoa” vem do hebraico Pessach, que significa “passagem”. Esse termo remete à libertação do povo de Israel da escravidão no Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.


Naquela noite marcante, segundo o relato bíblico, o anjo da morte passou pelo Egito, poupando apenas as casas marcadas com o sangue do cordeiro. Esse ato simbolizou proteção, livramento e o início de uma nova história para aquele povo.


A partir desse evento, a Páscoa tornou-se uma celebração memorial, rica em significados e tradições.


Símbolos que contam uma história


A celebração original da Páscoa não era apenas ritualística, mas profundamente simbólica:


   .   O cordeiro representava o sacrifício;


   .   As ervas amargas lembravam o sofrimento da escravidão;


 .  Os pães sem fermento simbolizavam pureza e pressa na saída do Egito.


Cada elemento reforçava a memória da libertação e transmitia ensinamentos às futuras gerações.


Do símbolo ao cumprimento


No contexto cristão, a Páscoa ganha um significado ainda mais profundo. O cordeiro sacrificado no Egito passa a apontar para Jesus Cristo, reconhecido como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.


A morte de Cristo é entendida como o sacrifício definitivo pela humanidade. Como escreveu o apóstolo Paulo: “Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós”.


Assim, a Páscoa deixa de ser apenas um evento histórico e passa a representar redenção, esperança e vida espiritual.


Quando o consumo substitui o significado


Com o passar do tempo, o verdadeiro sentido da Páscoa foi sendo ofuscado por práticas culturais e comerciais. O cordeiro deu lugar ao coelho; o altar foi substituído pelas prateleiras; e o simbolismo espiritual, pelo consumo.


Não se trata de condenar tradições modernas, mas de refletir sobre o impacto dessa mudança. Quando o consumo ocupa o lugar da consciência, o significado se perde.


A mensagem que ainda permanece


Mesmo em meio às transformações culturais, a essência da Páscoa continua atual. Ela fala sobre libertação — não apenas física, mas espiritual.


A entrada de Jesus em Jerusalém reforça essa mensagem. Montado em um jumento, símbolo de paz, Ele contraria as expectativas de um líder político e apresenta uma proposta diferente: transformação interior.


Enquanto muitos esperavam libertação externa, Cristo oferecia algo muito maior — a salvação da alma.


Um convite à reflexão


A Páscoa não é apenas uma data comemorativa. É um convite à reflexão sobre escolhas, valores e fé.


Comer chocolate não é o problema. O verdadeiro desafio está em não esquecer o motivo da celebração.


Segundo o Evangelho de João, Jesus afirma que foi preparar um lugar para aqueles que creem e promete voltar para buscá-los. Essa é a esperança central da Páscoa — uma promessa que transcende o tempo.


E você?


Diante de tudo isso, a pergunta permanece:


Você tem celebrado a Páscoa como um ato de consumo ou como uma experiência de transformação em Cristo?



















 

Por: VANÚBIA SANTOS - Administradora, Coach, Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional, Diretora Administrativa da CC&DHO – Consultoria Contábil & Desenvolvimento Humano Organizacional.


COMO O DESENVOLVIMENTO HUMANO E O COACHING ESTÃO REDEFININDO OS RESULTADOS NAS EMPRESAS MODERNAS 


Em um cenário corporativo marcado por rápidas transformações, impulsionadas pela tecnologia e pela inovação, um fator permanece decisivo para o sucesso das organizações: as pessoas.


Cada vez mais, empresas reconhecem que resultados sustentáveis não dependem exclusivamente de estratégias financeiras ou operacionais, mas, sobretudo, do investimento no desenvolvimento humano. Nesse contexto, surge com força o Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) como um dos principais pilares estratégicos da gestão moderna.


Mais do que administrar processos, o DHO atua diretamente na formação de competências, no estímulo ao crescimento profissional e na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis, colaborativos e produtivos. Trata-se de uma abordagem que coloca o indivíduo no centro das decisões organizacionais, promovendo equilíbrio entre desempenho e bem-estar.


Os benefícios dessa estratégia são claros. Empresas que investem em pessoas tendem a apresentar maior engajamento, produtividade elevada e melhor alinhamento entre objetivos individuais e metas corporativas. Além disso, fortalecem sua cultura organizacional, criando ambientes mais harmoniosos e propícios à inovação.


Outro ponto de destaque é a retenção de talentos. Em um mercado cada vez mais competitivo, onde profissionais buscam propósito, reconhecimento e oportunidades de crescimento, organizações que valorizam o desenvolvimento humano se destacam, reduzindo a rotatividade e consolidando equipes mais comprometidas.


Dentro desse cenário, ganha relevância o papel do coach como facilitador do desenvolvimento humano. Por meio de metodologias estruturadas, esse profissional contribui para o autoconhecimento, a definição de metas e o aprimoramento de habilidades comportamentais — competências essenciais no ambiente corporativo atual.


O coaching também exerce influência direta na formação de lideranças mais preparadas, na melhoria da comunicação interpessoal e na tomada de decisões mais assertivas. Além disso, atua como importante aliado em processos de mudança organizacional, auxiliando profissionais a lidarem com desafios de forma mais equilibrada e confiante.


A integração entre o DHO e o coaching potencializa resultados. Enquanto o DHO estabelece diretrizes, políticas e estratégias de desenvolvimento, o coaching atua de maneira individualizada, garantindo que esse crescimento se concretize na prática cotidiana.


Diante desse novo panorama, investir em pessoas deixa de ser um diferencial e passa a ser uma exigência estratégica. Organizações que compreendem essa realidade não apenas alcançam melhores resultados, mas também constroem ambientes mais humanos, inovadores e preparados para os desafios do futuro.



 
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