- há 11 horas

Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
O circo da política chegou!!!
E o país todo se prepara
Para ouvir renovadas velhas promessas
Com certeza, isso é coisa rara.
O MÁGICO concorre à reeleição
Prometendo ser o primeiro
A diminuir, de forma radical,
O sumiço do nosso dinheiro.
E quando lhe perguntam
Sobre o poder da ilusão,
Ele responde cinicamente:
"É intriga da oposição."
O DOMADOR aguarda ansioso
Pelo encerramento das eleições,
Pois será indicado por algum partido
Para o ministério das comunicações.
De imediato largará o LEÃO,
Por ser um imposto fixado.
Como ministro, terá como meta
Domar a mente do povo desinformado.
O TRAPEZISTA deixou claro
Que suas peripécias continuarão.
E prefere ficar sempre visível
Para o público do CENTRÃO.
Ele faz muitas acrobacias
Sem nenhuma preocupação.
O público que mais lhe importa
É o que lhe dá mais atenção.
Os artistas desse grande circo
Pelos quatro cantos estão espalhados.
E suas mentiras só são aceitas
Porque o público se tornou PALHAÇO.
E quando esse espetáculo se encerra
Uma frase romana em cena entrará:
“Dê circo e pão para o seu povo
E ele nunca se rebelará."







- há 15 horas

Em nossas faltas, na maioria das vezes, somos imediatamente perdoados, mas não limpos.
Fomos perdoados pelo fel da maledicência, mas a sombra que tencionávamos esparzir, na estrada alheia, permanece dentro de nós por agoniado constrangimento.
Fomos perdoados pela brasa da calúnia, mas o fogo que arremessamos à cabeça do próximo passa a incendiar-nos o coração.
Fomos perdoados pelo corte da ofensa, mas a perda atirada aos irmãos do caminho volta incontinenti, a lanhar-nos o próprio ser.
Fomos perdoados pela manifestação de fraqueza, mas o desastre que provocamos é dor moral que nos segue os dias.
Fomos perdoados por todos aqueles a quem ferimos, no delírio da violência mas, onde estivermos, é preciso extinguir os monstros do remorso que os nossos pensamentos articulam, desarvorados.
Chaga que abrimos na alma de alguém pode ser luz e renovação nesse mesmo alguém, mas será sempre chaga de aflição a pesar-nos na vida.
Injúria aos semelhantes é azorrague mental que nos chicoteia.
A serpente leva consigo a peçonha que veicula.
O escorpião carrega em si próprio a carga venenosa que ele mesmo segrega.
Ridicularizados, atacados, perseguidos ou dilacerados, evitemos o mal, mesmo quando o mal assuma a feição de dessa, porque todo mal que fizermos aos outros é mal a nós mesmos.
Quase sempre aqueles que passaram pelos golpes de nossa irreflexão já nos perdoaram incondicionalmente, fulgindo nos planos superiores; no entanto, pela lei de correspondência, ruminamos, por tempo indeterminado, os quadros sinistros que nós mesmos criamos.
Cada consciência vive e envolve entre os seus próprios reflexos.
É por isso que Allan Kardec afirmou, convincente, que, depois da morte, até que se redima no campo individual, “para o criminoso a presença incessante das vítimas e das circunstâncias do crime é suplício cruel”.
Do livro: Caminho Espírita
Chico/Espíritos Diversos
Emmanuel







POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
Já repararam que todo militante de esquerda é, antes de tudo um indivíduo socialmente desajustado, um autorretrato de toda a decadência acumulada e personificada sobre um uni-vos ser que se presta a serviço de uma elite consumista e que se autoproclama socialista?
Via de regra, gente feia e malcuidada com barba grande e ensebada, de cabelo roxo, que usa argola no nariz, que usa turbante multicolorido e não raro, camiseta com foto do Paulo Freire ou do Che Guevara?
Eis aí o estereótipo clássico de todo convicto militante esquerdista.

Gente que não trabalha, que finge que estuda, mas que acorda cedo para embarcar em um ônibus, van ou caminhão rumo à alguma passeata ou movimento de protesto onde as estrelas que irão brilhar serão sempre os mesmos políticos, burocratas e tecnocratas do meio acadêmico que recebem altas quantias advindas dos subsídios e da verba pública.
Vão pesquisar a fundo a vida pregressa desses não tão inocentes úteis.
Ausentes, alheios e insensíveis para com os mais próximos (os da própria família), adeptos às mais elevadas demandas sociais, comprometidos com as soluções mais esdruxulas para problemas tão antigos quanto a própria sociedade humana e, ao mesmo tempo, péssimos alunos com notas medíocres e baixo rendimento escolar.
Gente mal resolvida e mal estacionada desde o berço, mas e que por mera questão de comodidade em não querer dar qualquer passo rumo à autocontenção e correção que lhes sirva como vetor à plena adaptação e capacitação ao respectivo meio social, acha melhor a tudo e todos afrontar e se possível, destruir.
Como militante esquerdista gosta de destruir pessoas e coisas!
Quando reclamam por mais espaço, mal se dão conta de que os únicos espaços que lhes são concedidos são aqueles que a própria classe dominante lhes reservam como nichos toleráveis e assim, mesmo sem compreender que suas débeis causas - ao invés de inclui-los em algo maior, mais amplo e soberbos, acaba por segrega-los em espaços de confinamento diametralmente ainda menores.
O militante esquerdista é, antes de tudo, um segregado.
Um exemplo disso são as siglas e estranhas fórmulas de categorização racional de todos os diferentes e "toleráveis" níveis de conformação dentro do vigente plexo social.
A Sociedade não vive e convive com o diferente; ela apenas tolera tais indivíduos e grupos de indivíduos, e, quando os reúnem sob o manto dos rótulos de categorização dentro do escalonado plexo social, diz a todos que, "esse é o diminuto espaço que reservamos a voces; o espaço de uma sigla!"
Cara! (sujeito), você é uma sigla, teu grupo é uma sigla e desse modo (no modo sigla), podemos reescreve-lo e até usarmos uma borracha (a borracha da coerção) para redefinir o seu papel, torná-lo menos ou mais tolerável e, a depender disso, até apagá-lo!
Em suma, é o "fica no espaço que lhe dei e que já está muito bom!" (...)
E a questão das siglas de confinamento e de estratificação é só um exemplo da proposta contida neste diminuto espaço aberto à reflexão, eis que, para muito além de simplesmente abordar o traço comum contido no estereótipo do clássico militante esquerdista, objetivamos permitir uma análise mais detida sobre os efeitos transversos decorrentes de todas as atividades da ruidosa militância esquerdista no Brasil e no mundo nestes últimos trinta anos.
Os resultados - os deletérios resultados, estão ai a olhos vistos e aguçadas sensibilidades
Desse modo e por fazerem muito barulho, os ruidosos militantes esquerdistas acreditam ter conquistado alguma coisa, enquanto em verdade, apenas se conformaram às diminutas áreas de confinamento que as classes dominantes lhes reservaram.
E o mais interessante é que tais pessoas - os revoltosos e ruidosos discípulos de Paulo Freire e eternos entusiastas de Che Guevara disso nunca se deram conta.


























